Instrutores e examinadores passarão por avaliação
Resolução nº 321 do Contran, publicada em Diário Oficial, obriga instrutores de autoescolas e examinadores de Detrans a passarem por uma avaliação de três em três anos. Essa foi uma proposta da Associação Nacional dos Detrans e o grande objetivo é melhorar o processo de formação dos condutores brasileiros.
Há quatro anos eu participei ativamente, através da Tecnodata Educacional, desse processo em Santa Catarina, estado pioneiro a implantar essa medida. A empresa, junto ao Detran/SC, elaborou provas para todos os instrutores do estado, justamente com este intuito, aperfeiçoar o processo de formação dos condutores. Este Banco de Questões foi elaborado não apenas para aprovar o candidato, mas para que o levasse a refletir sobre a real responsabilidade do condutor, face às atuais necessidades de segurança no trânsito e ao aprimoramento geral do processo educacional.
Ficamos surpresos com os resultado no Estado. Muitos instrutores, infelizmente, não tinham conhecimento suficiente para atingir a média da prova que foi 7,0. Porém, as provas foram de extrema importância para a melhora de todo o processo em Santa Catarina. Instrutores tiveram que passar por cursos de reciclagem e os depoimentos mostram que a classe foi a mais favorecida, pois se sentiu valorizada pelo Departamento Estadual de Trânsito.
Esperamos que esse sucesso possa se repetir em outros estados e que isso reflita em queda no número de acidentes e mortes no trânsito.
julho 23rd, 2009 às 10:55
Olá Mariana
A publicação desta Resolução, ontem, 22/7, veio exatamente ao encontro do Blog anterior de 21/7.
Simplesmente providencial, não é? Ainda bem…
O que observei é que o Contran e o Denatran têm cercado por todos os lados possíveis a questão da educação de trânsito e da formação dos instrutores. Isso é um grande avanço!
Porém ainda precisamos lutar muito por uma fiscalização mais constante e efetiva dos condutores. Vamos torcer por isso!
abraços
julho 23rd, 2009 às 12:32
Isso vai muito além do que um simples curso de reciclagem, pois que lida com o trânsito tem obrigação por lei de saber como é o seu comportamento e estar sempre atualizado e mais do que isso tem que ter conciência. Sou instrutor e realamente percebo que alguns não tem o conhecimento necessário para exercer essa função, mas também conheço muito que são competentes. Agora com relação aos examinadores, que não são todos, estes sim deveriam ter muito mais bom censo do que conhecimento, pois vejo que quando estão avaliando não fazem com profissionalismo, mas sim com um só objetivo: ganhar um “reloginho”. E assim fica a interpretação de cada um. Quem conhece sabe do que estou dizendo.
julho 23rd, 2009 às 12:34
Isso vai muito além do que um simples curso de reciclagem, pois quem lida com o trânsito tem obrigação por lei de saber como é o seu comportamento e estar sempre atualizado e mais do que isso tem que ter conciência. Sou instrutor e realamente percebo que alguns não tem o conhecimento necessário para exercer essa função, mas também conheço muito que são competentes. Agora com relação aos examinadores, que não são todos, estes sim deveriam ter muito mais bom censo do que conhecimento, pois vejo que quando estão avaliando não fazem com profissionalismo, mas sim com um só objetivo: ganhar um “reloginho”. E assim fica a interpretação de cada um. Quem conhece sabe do que estou dizendo.
julho 23rd, 2009 às 13:31
a medida já é tardía porém muito positiva, ao ponto de influenciar diretamente em todos os aspectos e segmentos ligados ao trânsito.
desde os centros de formação de instrutores, que deverão melhorar o processo de formação e capacitação dos instrutores, dos DETRANs que devem fiscalizar mais e punir os CFCs com mais rigos, pois só desta forma os CFCs serão mais exigidos, e por consequencia os condutores deverão ser mais preparados para o cenário do trânsito nacional.
trânsito seguro, um direito de todos!
julho 23rd, 2009 às 14:20
INTRODUÇÃO: Antes de iniciar as aulas práticas de direção veicular, o candidato deverá providenciar o Laudo no Detran, fazer os exames de avaliação física e mental, oftalmológico e de avaliação psicológica. Depois deve se inscrever no Centro de Formação de Condutores (CFC) e ter freqüentado 45 horas de aulas teóricas, com os seguintes conteúdos: Legislação de Trânsito com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), Direção Defensiva, Meio Ambiente, Primeiros Socorros e Noções de Mecânica. Depois disso, deve ser aprovado (com 70% de acertos) no exame realizado pelo Detran. Em seguida solicitará, através do CFC, a licença para aprendizagem de direção veicular (LADV) e freqüentar 20 horas de aulas práticas, com instrutores práticos e habilitados.
Nos três primeiros dias de aulas, a carga horária é de apenas 50 minutos, pois os novos condutores e aprendizes se cansam mais rapidamente, sendo aconselhável uma pausa antes que a fadiga e o cansaço possam influenciar no ato de dirigir. O instrutor prático deverá se apresentar e dirá qual a sua categoria e quanto tempo já tem de habilitação (isso gera confiança). Informará as exigências quanto ao uso do calçado (que deve ser fechado) e todos os procedimentos durante este curso. Na seqüência, apresentará também o veiculo (marca e os itens obrigatórios) e uma breve abordagem sobre alguns conhecimentos de trânsito (sinalização vertical e horizontal). Sobre o motor do veiculo (álcool/gasolina), Sistema de Câmbio (manual ou eletrônico), Número de Portas (duas ou quatro), Itens ou equipamentos obrigatórios: Embreagem, Freio e Acelerador (localizados abaixo do painel), Câmbio de marchas (1ª, 2ª, 3ª, 4ª, 5ª), Ré e Ponto morto (entre duas marchas), Protetor solar, Leitura e significados dos símbolos do Painel (velocímetro, hodômetro, termômetro, combustível, faróis e lanternas, sinalizadores, carga da bateria, sistema de freio e indicadores de nível do óleo), Volante (posicionar as mãos sempre por fora), Sinalizadores e Lanternas (direita, esquerda e pisca de alerta), Limpadores de pára-brisa. Ainda sobre o motor, mostrar a inspeção do nível de óleo, checagem do reservatório de água do radiador e do pára-brisa, bateria e estepe. Na aula seguinte, o instrutor fará uma revisão da aula anterior e solicitará ao aluno para fechar e travar as portas (nas rodovias é prudente e aconselhável deixar a porta destravada, para em caso de socorro imediato), ajustes do banco (assento, puxa por debaixo e encosto, pelas laterais do assento), dos espelhos retrovisores: Interno (com uma visão plena do vidro traseiro) e externos (mostrando parte da pista, roda, calçada e o acostamento). Solicitará a colocação e o uso correto do cinto de segurança. O aluno deve familiarizar-se com o veiculo: suas dimensões, comandos, visibilidade, peso, desempenho e com os ajustes necessários do banco, dos retrovisores, do cinto, etc.; Enquanto o aluno tiver dúvidas, insegurança e dificuldades de manipulação dos comandos irão circular em local tranqüilo, sem muito trânsito. Pouco a pouco ele pode ser introduzido em um tráfego mais denso e complicado e com pistas das mais variadas. A introdução aos exercícios deve ser de acordo com as possibilidades do condutor/aluno. Dirigir com chuva ou visibilidade reduzida deve vir somente depois que ele se sinta confiante e apto a conduzir com pista seca e em boas condições e de preferência, em rua com pouco movimento de carros e pedestres, em pista plana, reta e algumas curvas para as conversões, com prática de direção e manobras e simulações com técnicas de direção defensiva, pois o aluno precisa permanentemente estar preparado para reações inesperadas dos outros usuários (condutores, pedestres, animais e ciclistas). É preciso conhecer as intenções dos outros e dirigir com ética.
Procedimentos padrão para ligar e a saída do veiculo: Primeiro coloca o câmbio em ponto morto (pisa completo na embreagem e coloca o câmbio no meio, entre duas marchas). Ligando o veiculo: coloca a chave na ignição e dar dois giros para frente (o primeiro giro destrava a direção e o segundo aciona o motor de partida) depois, pisar completamente (com o peito ou pontas dos pés) na embreagem e engata a 1ª marcha (move a alavanca do câmbio para a esquerda, empurra para frente e solta), logo em seguida, pressionando pela ponta e abaixando suavemente (ainda com o pé na embreagem), o freio de mão (localizado ao lado direito do banco do condutor), a seguir, retira (suavemente) o pé da embreagem, até o veiculo começar a se movimentar. A retirada do pé esquerdo, do pedal da embreagem, faz o carro andar, já o pedal do acelerador (último pedal à direita) aumenta sua velocidade. Para aumentar um pouco mais a velocidade, pisa (suavemente e devagar) no pedal do acelerador. Não pode ficar olhando para os pedais, para o câmbio e nem tão pouco descançar o pé no pedal da embreagem. Todos os procedimentos (movimentos iniciais) são feitos de forma suave. O condutor/aluno deve procurar uma postura firme e correta, no assento do banco, para evitar deslocamentos desnecessários (automatismos incorretos). Ao movimentar o veiculo devemos antes e sempre sinalizar (indicando a intenção e direção). Para realizar uma curva (esquerda ou direita), devemos primeiro sinalizar e girar (corretamente) o volante, para a direção escolhida, sempre com as duas mãos (cruzando-as por cima e por fora) e retornando (ainda com as mãos por cima e por fora), para a posição inicial, fazendo o alinhamento do volante e do veiculo.
Procedimentos de parada e desligamento do veiculo: Primeiro pisa no freio (informando ao condutor que vem atrás a sua intenção de parar o veiculo além de ativar o freio motor), deixando o pé fixo e suave no pedal do meio, depois pisa (completamente) na embreagem e com firmeza no freio, em seguida, coloca o câmbio em ponto morto e retira o pé da embreagem. Para o desligamento do veiculo: Gira duas vezes a chave para trás (o 1º giro desliga o motor e o 2º trava a direção), coloca em ponto morto e trava o veiculo, suspendendo, com firmeza, o freio de mão. Observações úteis: O descanso do pé, no pedal da embreagem, pode provocar desgaste no sistema e a retirada brusca do pé provoca solavancos (arrancadas fortes e muito bruscas) e o desligamento automático do veiculo, sendo necessária sua religação, ainda com o pé na embreagem. Para saltar a embreagem e fazer o carro andar é preciso encontrar o ponto de equilíbrio, mais ou menos na metade do percurso do pedal. O pé direito deve ficar e permanecer próximo ao pedal do acelerador e o seu toque inicial devem ser de forma suave, pois do contrário, provocará aumento súbito de velocidade, com solavancos e arriscada perda da direção (o aluno/condutor deve ter muita atenção). Na primeira aula de Baliza, o aluno treinará marcha ré (avançando e recuando o veiculo) e fazendo o controle de embreagem e direção, depois disso, posicionará o veiculo em paralelo com a baliza (quatro cones afastados) e avançará o veiculo até o fundo ficar no limite aos dois primeiros cones da baliza (olha para fundo da lateral direita), sinaliza (na direção dessa baliza) e gira o volante (duas voltas completas para direita), coloca o câmbio em MARCHA RÉ (primeiro pisa na embreagem e coloca em ponto morto, depois vira o cambio para o lado oposto ao assento do condutor e puxa para trás), solta (de forma suave) o pedal da embreagem, diminuindo sua velocidade, pelo controle da embreagem (quando for preciso e necessário). Olha para o retrovisor direito, recuando e parando o veiculo (freio/embreagem/freio) até quando desaparecer os dois cones ao fundo. Ainda com o veiculo parado, gira o volante para a esquerda (somente duas voltas) e recua, deixando o volante, pneus e frente do veiculo alinhados pela 1ª baliza (olhar para a lateral direita frontal), depois gira o volante (mais duas voltas para esquerda) e olha para o retrovisor esquerdo, continua recuando e parando o veiculo até o limite próximo aos dois cones do fundo (sem encostar ou derrubar os cones), gira novamente o volante (cerca de quatro voltas completas para a direita), coloca o câmbio em primeira marcha e se necessário avança só mais um pouco para frente e faz o alinhamento, deixando a frente do veiculo no limite da primeira baliza. Saindo da baliza: Primeiro sinaliza, gira o volante (duas voltas para a direita), coloca o câmbio em marcha ré, recua um pouco e pára o veiculo (freio/embreagem/freio). Depois gira o volante (duas voltas para a esquerda), coloca em primeira marcha e vai saindo, movimentando o veiculo, no controle da embreagem e direção (virando o rosto para o fundo e olhando também para os retrovisores). Na seqüência da aula: Circulação em uma rua com razoável movimento de carros, pedestres, ciclistas e variadas pistas.
Nas aulas seguintes, o aluno será informado que ao realizar uma conversão (manobras) e se houver algum veiculo com a sua frente voltada e inclinada para a pista, o aluno/condutor deve PARAR o veiculo e aguardar a conclusão da manobra do outro veiculo. No caso de algum veiculo estiver parado a direita (próximo a uma curva), deve-se continuar o percurso, fechando um pouco na curva, mantendo-se à esquerda do outro veiculo, caso esteja parado à esquerda, deve-se continuar o percurso, abrindo mais a curva e mantendo-se à direita do outro veiculo. O aumento da velocidade é de forma suave e constante, sendo que em algumas situações, se acelera mais ou se reduz. Evitar movimentos bruscos, relaxar os braços e as mãos, durante a circulação com o veiculo, para facilitar a intervenção do instrutor, em caso de risco de acidentes na pista. Treinamentos com parada em meia embreagem: Nos aclives (subida) com o veiculo parado (freio/embreagem/freio), engata a primeira marcha e vai saltando (suavemente) a embreagem até entrar no “ponto da embreagem”, logo em seguida, salta o freio e toca (suavemente) no acelerador. O controle da meia embreagem é feito da seguinte forma: Se o veiculo começar a descer, dando ré, salta um pouco mais a embreagem, mantendo o pé (suavemente) no acelerador. No caso que o veiculo queira subir, aperta mais um pouco a embreagem. A meia embreagem nos declives (descida) é feita da seguinte forma: Com o veiculo parado (freio/embreagem/freio) engata a marcha Ré e vai saltando (suavemente) a embreagem até entrar no “ponto da embreagem”, logo em seguida salta o freio e toca (suavemente) no acelerador. Se o veiculo começar a descer, aperta um pouco mais a embreagem e no caso que queira subir, salta um pouco mais a embreagem, mantendo sempre o pé no acelerador. O veiculo deverá permanecer parado, sem utilização do freio de mão, o que pode caracterizar automatismos.
Antes de iniciar, mais aula de baliza, o aluno/condutor, deverá circular em uma pista com pouco movimento e uma outra com movimento mais intenso, com treino prático de mudança em várias marchas, com o veiculo em movimento: Primeiro tira o pé do acelerador e pisa (completamente) na embreagem, engatando a marcha correspondente, depois retira (suavemente) o pé da embreagem e continua acelerando, utilizando-se 1ª, 2ª, 3ª e 4ª marchas, deixando a marcha RÉ para as balizas. Todos estes comandos e os movimentos devem ser automáticos e com pleno domínio do veiculo. No declive, curvas acentuadas e nas lombadas, pisa (suavemente) no freio (com o veiculo em movimento). Nas saídas e treinando baliza, usa-se sempre a 1ª marcha e numa pista de velocidade, vai aumentando gradativamente as marchas e reduzindo a velocidade, quando se aproximar de uma sinaleira (no sinal vermelho), próxima a uma lombada, quando for fazer a mudança de uma marcha ou parar o veiculo e/ou quando houver um outro veiculo parado na frente, mantendo sempre uma distância (prudente e regulamentar) de segurança (visualizar os pneus traseiros do veiculo que está na frente). Praticar (exaustivamente) treinos de baliza e paradas em meia embreagem, nos aclives e declives. Treinamentos em curvas abertas e fechadas, com redução de velocidade e treino-prático (em situação real) da utilização de meia embreagem: Circulando em um aclive (subida), usando a 2ª marcha (com uma velocidade constante) e necessitando manter o veiculo parado (sem utilizar o freio de mão), o aluno/condutor deve realizar (imediatamente) a meia embreagem, engatando a 1ª marcha e saltando (suavemente) a embreagem, até pegar o “ponto da embreagem”. Logo em seguida, retira o pé do freio e coloca (suavemente) no acelerador. Se o veiculo começar a descer, salta um pouco a embreagem e se avançar, aperta um pouco mais a embreagem, sendo que ambos os casos, o pé direito deve permanecer (suavemente) no acelerador. Circulando em um declive (descida), usando a 2ª marcha e mantendo uma velocidade constante, o aluno/condutor deve pisar (suavemente) no freio (mantendo o veiculo em movimento). Caso necessite manter o veiculo parado (sem utilizar o freio de mão), o aluno/condutor deve realizar (imediatamente) a meia embreagem, colocando o câmbio em marcha ré e saltando (suavemente) a embreagem, até pegar o “ponto da embreagem”. Logo em seguida, retira o pé do freio e coloca (suavemente) no acelerador. Se o veiculo começar a descer, aperta um pouco a embreagem e se recuar, salta um pouco mais a embreagem, deixando o pé direito (suavemente) no pedal do acelerador (muita atenção nesta hora).
Na utilização das marchas, a velocidade máxima para a 2ª marcha é de 25 km/h e circulando numa pista de alta velocidade (60 km/h) deve se utilizar a 3ª marcha, com velocidade mínima de 30 km/h e na 4ª marcha, podemos manter em 40 km/h. O uso do freio (em altas marchas) deve ser de forma suave, pois o veiculo estará acelerado e com isso, provocará freadas bruscas. Precisando manter o veiculo parado, vai reduzindo as marchas, coloca em ponto morto (retirando o pé da embreagem) e se continuar no percurso, engata a 1ª marcha (movimenta e acelera um pouco o veiculo) e vai aumentando as marchas, na medida em que for aumentando a velocidade. Em um declive, se utiliza levemente o freio e se houver a necessidade de realizar uma parada, para fazer uma conversão, pisa (completamente) na embreagem, sinaliza, gira o volante e depois acelera o veiculo (respeitando a preferência). Precisando recuar, em um declive e com o veiculo parado (freio/embreagem/freio), engata a marcha RÉ, sinaliza e realiza a meia embreagem, retirando o pé do freio e pisando no acelerador, logo depois, vira o rosto para o fundo do veiculo, olhando também para os retrovisores (tudo isso de forma rápida e com pleno domínio do veiculo). Para estacionar em uma vaga com piso um pouco elevado, primeiro reduz a velocidade, sinaliza (na direção da vaga), pisa (completamente) na embreagem, gira o volante (com as mãos por cima e por fora), pisa no acelerador, depois no freio, fazendo o alinhamento do veiculo. O aluno/condutor não deve acelerar usando a 1ª marcha, pois isso forçará a rotação do motor, podendo danificá-lo (prestar muita atenção no velocímetro). Na última aula, haverá uma avaliação do desempenho e domínio do aluno. Para o exame do Detran: Ao entrar no carro, ajuste o banco, os espelhos, coloque o cinto de segurança, verifique se o carro está em ponto morto, dê a partida, deixe o freio de mão completamente livre, engate a primeira marcha. Durante todo o exame, não desligue o carro até o seu término. Em caso de reprovação, nos dois exames, o candidato solicitará no Detran um RE-LAUDO, para reexame ou a troca do CFC e freqüentar somente as aulas práticas, dentro da validade do laudo inicial que é de 12 meses.
julho 23rd, 2009 às 15:16
Boa tarde, mais uma vez atento ao portal, parabenizando a todos.
Bela iniciativa do CONTRAN, sou Instrutor Pratico e Diretor do Sindicato dos Instrutores/RJ, como representante de classe falo que somos a favor de atualizações constantes, pois a importância que temos para a sociedade, nos obriga a estar devidamente atualizados, só não estamos por culpa das autoridades do segmento, mais particularmente e com certeza do apoio dos demais colegas, entendo que as autoridades responsáveis pela atuação dos Instrutores deveriam nos convocar antes de tomar qualquer atitude sobre nossos desempenhos, pois somos conhecedores dos pontos críticos do sistema. Nós que representamos os Instrutores de Trânsito em cada estado ou municípios deveríamos estar presente em discussões com as autoridades do segmento, para juntos encontrarmos soluções pertinentes a este e outros fatos.
Trabalhamos sob pressão constante, a maioria das empresas ficam guerreando entre elas para conquistar o candidato, preços abaixo do mínimo necessário para cobrir as despesas das empresas, com isso não nos oferecem condições de trabalho adequado, pouco combustível, ficamos impossibilitados de ensinar corretamente, e os DETRANs que sendo os órgões concedente e conhecedores dos fatos aqui narrados nada fazem, “esta parte falo conhecendo a atuação do DETRAN/RJ”, neste caso os maiores prejudicados? logicamente a sociedade, que também tem responsabilidades, pois não se preocupam em buscar a qualidade no ensino, somente se interessando pelo preço baixo.
Ha tempos venho solicitando investimento no setor de aprendizagem aqui no Rio de Janeiro e acredito que precisamos desse trabalho a nível nacional, deixo claro que a obrigação do Instrutor é ensinar corretamente a dirigir e não preocupar somente em ensinar para que o aluno passe no exame, ser aprovado é consequência natural de quem realmente aprende.
Adalto Noventa Medeiros
21-2269 3972 - 2269 7220
julho 23rd, 2009 às 16:39
Eu acho que essa nova resolução veio em uma excelente hora, pois em alguns estados a profissão de Instrutor esta completamente defasada, com profissionais ridículos ministrando aulas em CFC’s por aí.
Mas a questão é a segunte:
120 HORAS É O SUFICIENTE PARA FORMAR UM INSTRUTOR?
132 HORAS É O SUFICIENTE PARA FORMAR UM EXAMINADOR DE TRÂNSITO (OLHA A RESPONSABILIDADE)?
A minha resposta é a seguinte: NÃO!!!
Eu conheço vários cursos como manicure entre outros que os cursos tem duração de 6 meses e vem alguem e acha que 120 horas se formam um Instrutor? Estes profissionais saem completamente despreparados dos cursos, e logicamente não serão bom Instrutores antes de adquirirem uma boa experiência, sendo os alunos suas cobaias. Uma mudança na grade curricular dos cursos de formação para Instrutores e Examinadores seria mais que bem vindo se analisarmos o contexto atual.
julho 24th, 2009 às 18:33
esta resolução chegou em boa hora, nunca é tarde p/ se reciclar,agora é esperar p/ ver se realmente o detran e denatran vão mesmo suspender os instrutores e cfc,s disqualificados que tem por ai, infelismente no Brasil a pólitica,a politicagem, ou os politicos dão jeitnho p/ tudo não é senado Federal ?
julho 24th, 2009 às 21:39
Olá, Mariana e demais participantes deste conceituado blog eu gostaria em primeiro lugar em PARABENIZAR ao DENATRAN (Departamento Nacional de Trânsito) junto ao CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito) por terem elaborado esta resolução já em vigor (321) que veio em bom momento para melhorar e aperfeiçoar a classe destes profissionais, quero informar-te Mariana que no estado do Mato Grosso do Sul já é exigido do instrutor de trânsito a reciclagem anual desde o ano de 2000, no que o mesmo não participando fica suspenso de suas atividades até que se faça a reciclagem pelo DETRAN-MS (Departamento de Trânsito do Mato Grosso do Sul), se não participou da reciclagem no lugares indicados pelo orgão o instrutor deva procurar ao Detran e verificar nova data e local, a aplicação da palestra e da prova com conceito avaliativo de 70% de acerto e aproveitamento, se reprovado passa por outra avliação em nova data e local.
Estou ativo como profº por 9 anos, tenho a formação de Instrutor de Trânsito, Examinador de Trâsito, Instrutor Mopp, Instrutor de Transporte coletivo de Passageiros, Transporte de Emergências, Transporte Escolares, prof° Teórico-Técnico em todas as disciplinas dos cursos supra-citados e profº Prático de Direção Veícular nas categorias (A-B-C-D-E), tenho observado que há muita irreponsabilidade profissíonal na admissão do instrutor bem como a deficiência na fiscalização dos orgãos.
Quero somar ao comentário do nobre colega Rodrigo Moraes, sim, é pouquissímo tempo de horas/aulas no curso para a formação do instrutor de trânsito e examinador de trânsito, observa-se ainda que este profissional é considerado como TÉCNICO na área especializada, apesar de minha formação também ter a mesma carga horaria, sou a favor de que este curso de formação profissional deva ser no minimo de 1 ano e seis meses, ai sim teremos profissionais experientes e com cabedal de conhecimentos na aplicação de suas aulas teóricas-técnicas e práticas de direção veículares, devo salientar ainda que nos comentários anteriores há um subentendimento de corrupções de alguns examinadores, aproveito o momento para protésto a dizer que os examinadores de varios lugares não possuem curso algum, ressaltando que parar atuarem como examinadores os mesmos tem que ter a formação de instrutor de trânsito.
Profº Ubiratã Borges
prubiratanborges@yahoo.com.br
julho 26th, 2009 às 11:59
Olá Mariana
A publicação desta Resolução, que observei é que o Contran e o Denatran têm cercado por todos os lados possíveis a questão da educação de trânsito e da formação dos instrutores e Axaminadores. Isso é um grande avanço!
Porém ainda precisamos lutar muito por uma fiscalização mais constante e efetiva dos condutores. E após a municipalizaçao do transito os diretores e secretário que os PREFEITOS indicacam estão fazendo umas lambança nas normas, que dá pena, começanso pelos agentes municipais e demais autoridades do municipio e do estado, os examinadores os delegados indica os seus pessoal geralmente são investigadores civil afastados para examinar os alunos na prova praticas………
Vamos torcer por isso!
melhorar!!!!!!
abraços
julho 26th, 2009 às 12:35
O ENEM É O MAIS RECOMENDADO PARA TODOS OS PROFISSIONAIS DO TRANSITO, E ALÉM, AOS CONDUTORES QUE FORAM HABILITADOS DESDE O INICIO DO NOVO CODIGO DE TRANSITO BRASILEIROS.
O ENEM A TODOS! INCLUSIVE AOS FUNCIONÁRIOS DA REPARTICAÇÃO DE TRANSITO. JÁ!
julho 27th, 2009 às 10:21
Óla pessoal
Temos muita gente competente na área de instrutores de trânsito que fazem está tarefa com amor e profissionalismo, mas também temos pessoas que trabalham sem ter a mínima condição de instruir a condução de veículos. Muita gente vai para está área para passear de carro pode perceber que a maioria não vai para a parte teórica, na minha opinião uma boa instrução começa na sala de aula, depois coloca-se tudo isto na prática. Tem que se cobrar qualidade dos instrutores, dos examinadores, mais também uma fiscalização mais ostensiva nas ruas para que os condutores cumpram as regras de conduzir veículos pelas ruas e estradas priorizando a preservação da vida humana.
Trabalhei com transporte rodoviário de cargas durante 15 anos, tenho curso de instrutor de trânsito e trabalho com treinamento de condução econômica para veículos pesados. Percebo que muitos motoristas por mais que tiveram uma boa instrução perdem o bom censo com a correria do dia-dia, e a auto confiança é um dos maiores fatores para causas de acidentes. Independente vamos respeitar as regras do trânsito e valorizar a VIDA HUMANA.
Obrigado pelo espaço, tenham todos uma boa semana.
julho 27th, 2009 às 16:59
Olá
Fico feliz com a aprovação de todos sobre esta nova resolução. Acredito que a educação é o melhor caminho para a melhora de nosso trânsito.
Obrigada pela participação de todos!
Mariana.
julho 28th, 2009 às 9:32
Olá Amigos!
Estou surpreso, positivamente, com as manifestações de todos aqui. Já não era sem tempo a exigência de reciclagem para instrutores e examinadores. O nível está muito baixo. Consequentemente, o nível dos condutores formados por eles é muito baixo.
O sistema de formação e reciclagem de instrutores, examinadores e condutores, deve seguir regras semelhantes as aplicadas na aviação na reciclagens do pessoal que lá trabalha.
Ah. Não vamos nos esquecer que o pessoal que faz a fiscalização, o julgamento de recursos e aplicação das penalidades, também precisarão de reciclagens. Assim, com todos os envolvidos com grau de conhecimento nivelado por cima, a probilidade de ocorrências de graves acidentes, certamente, irá diminuir.
Abraços.
Carlos Baccarin.
julho 31st, 2009 às 21:51
E UMA MARAVILHA SERMOS AVALIADOS POIS NOS TRAZ MAIS CONHECIMENTOS, EU SOU INSTRUTOR E PROCURO ESTAR SEMPRE ME RECICLANDO OU MELHOR PROCURANDO SEMPRE AS NOVIDADES QUE SE REFERE AO TRANSITO, JÁ FOMOS RECONHECIDOS COMO UMA PROFISSÃO E AGORA O EXAME E VAI FALTAR AINDA O REAL VALOR DE UM INSTRUTOR JUNTO AO SEU CFC. PORQUE TEMOS OS QUE SE DESTACAM E OS PARADOS NO TEMPO E NOSSO SALARIO E O MESMO ISSO E UMA COVARDIA TEMOS BONS PROFISSIONAIS MAS TEMOS UMA PARTE QUE NO MEU PONTO DE VISTA TERIA QUE COMEÇAR DANDO AULA DE CARROÇA. O INSTRUTOR DEVERIA TER CLASSIFICAÇÃO COMO POR EXEMPLO QUANDO O MESMO FOR ADMITIDO POR UM CFC DEVERIA COMEÇAR COMO
INSTRUTOR INICIAL MENOS DE DOZE MESES $ 950,00
INSTRUTOR JUNIOR ACIMA DE DOZE MESES $ 1.200,00
INSTRUTOR SENIOR DOIS ANOS $ 1.600,00
ESSA E MINHA OPINIÃO SO ASSIM PODEMOS VER ALGUMA MELHORA DAR VALOR A QUEM REALMENTE MERECE, E NOSSA PROFISSÃO E DE EXTREMA RESPONSABILIDADE NO MEU CASO SO ENCAMINHO ALUNO PARA EXAME PRÁTICO QUANDO O MESMO ESTA EM CONDIÇÕES CASO CONTRARIO DEVOLVO A LADV AO CFC. QUE ESE TORNARÁ O RESPONSALVEL E TOMARÁ AS DECISÕES PORQUE SO ASSINO A LADV SE O ALUNO ESTIVER EM CONDIÇÕES . OBRIGADO
agosto 5th, 2009 às 20:14
a verdade q eu estou lendo sobre estes comentarios e q tem ums instrutores idiotas atacando examinador de outro lado alunos frustados tentando justificar imcopetencia mas ninguem realmente preocupado com o bem comum q o fim destas mortes terriveis…
minha opiniao e q deve se sim reciclar, se os preocupados com o assunto nao souber do q se trata isso significar renovar melhorar cada vez mai oq vc faz e os bonitos dos alunos devem ivestir no q eles querem pois eles chegam num cfc e querem de qualquer forma em duas semanas ja ser um piloto de formula 1 utopia isso nao e realidade pois dirigir nao e simplesmente segurar um volante e trocar marchas mas sim ter habilidade e consciencia o engracado q pra comprar um carro ninguem reclama do R$ mas treinar para nao matar o proximo e caro e o prof e ladrao infelizmente o proximo pode ser eu por isso aluno meu so vai para exame sabendo dirigir e com cosciencia social . se ele vai usar ou nao e ele futuramente ai ja nao e comigo e bacanaq muitos colega cabeca aberta estao aberta para estas reciclagen eu so espero q seja com muita qualidade esta avaliacao. gisele Cgrande ms.
agosto 5th, 2009 às 20:29
infelizmente nao concordo de ser coresponsavel por um imbecil reicidente no transito pois cada um tem q ser responsavel por seus atos se reicindente mais senvergonha e pois nao tem caractr o suficiente parater o direito de se manter dirigindo ai cabe a dois outros profissionais ter q se responsabilizar por um imbecil q se acha no direito de tirar vidas ,tira logo a concessao deste camarada pois ja conseguiu mostrar q e um animal e animal nao dirige se isso algum dia acontecer com um aluno meu e provar irresponsabilidade eu sou a primeira a torcer q ele perca a concessao da c.n.h.e se isso depender de mim eu ate passo o transtorno de ter q responder mas vou fazer de tudo para q ele volte para traz e aprenda oq ele nuncadeveria ter esquecido respeito e amor pelo proximo pois e isso q nao existe mais nas pessoas minha tolerancia e zero com infrator e uma pena q para nossa constituicao nao seja assim
agosto 9th, 2009 às 17:00
Parabéns pelo site, é muito útil para os profissionais.
Sou instrutor e professor de uma organização parceira do Detran-SP que forma instrutores e outros profissionais do trânsito.
Nas salas que ministro aulas , pode-se dizer que 50% ou mais são jovens com dois ou três anos de CNH.
Esses jovens quando contratados, aceitam trabalhar por salários menores, pois se trata de um ¨primeiro emprego¨ emprego, se podemos chamar assim.
Agora gostaria de saber se mesmo passando 120hs., 180hs. ou 500hs. de curso , que esperiência de volante um jovem desses tem, que técnicas ou malícias esse joven tem para passar para seus alunos.
Acho válido o que o Contran está fazendo , mas acho que seria muito mais válido e eficiente tratar da formação e não da pós formação.
Para qualquer profissão é exigida experiência, por que instrutor pode dar aula com dois anos de CNH ?????
Na minha opinião no mínimo 6 anos, sem contar a provizória.
Abraços.
setembro 17th, 2009 às 9:11
OLA!!
BOA ESSA INICIATIVA,NÃO DE 3 EM 3 ANOS,ANUALMENTE.
MELHORIA OS RESULTADOS FINAIS- BONS MOTORISTAS.
PODERIA MELHORAR OS SALÁRIOS QUE HOJE É BAIXO.
ABÇO.
PEDAGOGO E INSTRUTOR - ELIAS.
setembro 27th, 2009 às 0:20
Execelente esse site. Adorei as dicas para serem realizadas no transito no dia a dia, estou na auto escola e terei na próxima semana minha ultima aula prática. Os conhecimentos aqui, adquiridos foram ferramentas excepcioanis para meu enriquecer meu aprendizado. Obrigada!!!!!!!!!!!!!
outubro 2nd, 2009 às 10:08
bom transito dicas vou estudar carteira motorista mas auto escola
eu adorei tirar motorista e tds semana prática uma proxima 3 prova
são vou estudar muito bens
bjs……obrigado……
outubro 8th, 2009 às 11:37
Boa tarde, ha temos não deixo um comentário, até mesmo porque meus afazeres estão tomando muito minhas horas, não estou reclamando, faz parte do meu trabalho.
Sou Instrutor de Trânsito formado em 1973, larga experiência, hoje sou representante da minha categoria, acompanho toda a vida dos Instrutores de Trânsito dentro do meu estado (RJ), as reclamações dos usuários e autoridades são inúmeras, esta faltando profissionalismo a alguns Instrutores e também em muitos Diretores de CFC, assim como chamo a atenção da sociedade, onde todos deveriam ter a preocupação maior em buscar a qualidade do trabalho oferecido e não apenas buscar preço baixo.
Diante de tantas cobranças por onde passo, pois sempre que possível estou acompanhando todos os eventos que sou convidado, quando ha a oportunidade e me apresento, muitas vezes recebo olhares de cobranças, diante disso tomei uma grande decisão profissional, elaborei, escrevi e lancei exatamente no dia 11/09/2009 no Rio de Janeiro um Manual de Aulas Práticas de Direção Veicular, o qual é destinado aos alunos, onde espero levar a todos os candidatos um acompanhamento integral, item por item, os alunos juntos ao seu Instrutor. Mais agora cobrando alguns itens de grande importância na aprendizagem. Infelizmente alguns Instrutores esquecem que ensinar a fazer paradas e saídas em ladeiras, assim como ensinar andar na marcha-ré é de grande importância ao aluno.
Somos de grande importância a sociedade, vamos fazer nossa parte bem feita, e de maneira que não haja espaços para críticas destrutivas.
Adalto Noventa Medeiros
21-2269 3972
novembro 15th, 2009 às 12:46
Por favor pode mim enviar um resumo de como começar as regras do carro para passar para o aluno no dia em que eu for dar a primeira de direção de pratica veicular?Fiz o curso de instrutora há um mes atrás,vou pegar aula no dia 20-11-2009.Eu sei as regras,mas agente fica um pouca perdida.Desde de ja obrigada
Aguardo.
novembro 22nd, 2009 às 20:50
Olá pessoal tudo bem? SOU INSTRUTOR DE UMA EMPRESA RODOVIÁRIA E ACHO ESTA MEDIDA EXCELENTE,PARA APERFEIÇOAR MAIS ESTA IDÉIA SUGIRO QUE OS COLEGAS DE AUTO-ESCOLA FAÇAM UM CURSO DE R.I.( RELACIONAMENTO INTERPESSOAL),POIS AJUDA BASTANTE NA INSTRUÇÃOE UM CURSO DER MECÂNICAPOIS QUEM ENSINA TEM QUE DOMINAR O ASSUNTO POR COMPLETO.ATÉ MAIS
janeiro 1st, 2010 às 21:22
Se você está com alguma dúvida leia o que o Mário dos Santos Filho escreveu,pois o que realmente acontece é o que ele disse…e lembre-se muitas coisas você não irá aprender na auto escola..pois trabalhar embreagem junto com o acelerador eu não aprendi…Boa Sorte!!!
Só pra consolá também tive muito esforço pra aprende…e ainda erro d vez em quando..
janeiro 8th, 2010 às 10:31
Muito Bom, Seria legal colocar em todo território Nacional esta avaliação, muito instrutores nem sabe o que faz na sala de aula e na aula pratica. Mas como o Brasil tem e tem como dar um jeitinho brasileiro, então fica por isto mesmo… E muitas auto-escolas principalmente aqui no Estado de São Paulo não tem investimento para instrutores as auto-escola só visa só o lucro, então o Instrutor chega para dar aula, ou melhor, Vídeo aula e sai da sala (risos)… Fora os salários…
Tomara que tenha esta avaliação estarei esperando e pronto.
Bom ano para vocês…
fevereiro 17th, 2010 às 23:10
Todo candidato dá entrada na sua CNH numa autoescola, a qual tem o diretor geral, o diretor de ensino e tantos outros. Ele é atendido gentilmente por um recepcionista que lhe passa todas as informações e vende o produto. Em seguida, se assenta em uma carteira, dentro de uma sala de aula, para receber a educação para o trânsito. Na sequência, o candidato é submetido a um exame psicológico, que, no muito, no reteste é aprovado. Após isso, ele será avaliado por uma prova teórica, em que se atestará seu conhecimento sobre trânsito, tornando-o apto para transitar pelas vias urbanas, num veículo devidamente licenciado e acompanhado de um profissional. Finalmente, o candidato é submetido a um exame prático de direção, que deverá concluir se ele poderá transitar pelas ruas dirigindo um veículo comum.
Tudo parece estar perfeito, por que, cada profissional está desempenhando devidamente sua função. Errado!
Na prática, o candidato passa por todo este enfadonho trâmite preparatório, sem, contudo, tirar grande proveito. O que ocorre é que ele passa quarenta e cinco horas-aula dentro de uma sala, ouvindo um instrutor que é forçado a ensinar um pouco de tudo, sendo que, teve apenas vinte dias de treinamento teórico. O resultado, na maioria das vezes, é que os candidatos não aprendem quase nada e não vêem a hora de acabar o “pesadelo”. Constantemente me deparo com pessoas que, na primeira aula prática, não sabem onde é o pedal da embreagem, quando, na verdade, deveriam aprender nas aulas de noções de mecânica, eis que lá, conhecem os instrumentos e suas funções. Além disso, comumente me deparo com pessoas que não sabem distinguir uma placa de “de a preferência” de uma de “pare”. Outros, não sabem a diferença entre as faixas amarela e branca no meio da via. Isto sem falar que não conhecem o sentido das ruas, das conversões, chegando até, confundirem-se com direita e esquerda. O instrutor prático se vê obrigado a parar o carro, sacar de uma folha em branco e desenhar as vias, mostrando ao candidato como transitar. Não raro, muitos vêm carregados de problemas pessoais que enfrentam no dia a dia e o instrutor prático vira uma espécie de psicólogo. Alguns choram durante as aulas e lá está o instrutor prático a consolar. A consulta com o psicólogo licenciado constitui mera formalidade, pois, nunca vi alguém ser reprovado. Quando muito, refazem o exame e passam. Outros recebem restrições em sua habilitação por problemas parciais, outros com problemas de visão passam a usar lentes, muitos têm que adaptar veículos. Mas, na prática todos acabam no trânsito. No decorrer das aulas práticas, o instrutor se depara com situações extremas, concluindo que determinadas pessoas jamais teriam condições de encarar o trânsito na direção de um veículo, mas, eles foram aprovados pelo profissional que, em algumas vezes, nunca dirigiu no trânsito. São casos dos mais diversos. Medo, pânico, descontrole emocional, problemas de saúde, etc.
O instrutor prático é, portanto, a ponta de toda essa cadeia. Ele tem vinte dias para ser instrutor teórico, prático, psicólogo, amigo, e, é dele que se cobram todos os resultados. O candidato nunca dirigiu um veículo, mas, em vinte dias o instrutor prático formará este indivíduo e o tornará apto para enfrentar a direção de um veículo automotor. Tamanha é a importância deste profissional, que, diga-se de passagem, de todos da cadeia mencionada acima, é o mais desvalorizado. Tem que enfrentar o estresse do trânsito conturbado e caótico, posicionado no banco do carona, tendo em sua responsabilidade um individuo que nada faria para evitar a colisão contra o primeiro poste que apareça. Ele enfrenta o sol, a chuva, sob horas excessivas e exaustivas da carga horária de trabalho, a qual chega a doze horas (mas ninguém vê). E quanto ao salário? São baixíssimos considerando a importância e os problemas de saúde que esse profissional pode adquirir durante a carreira. Os órgãos responsáveis e as autoescolas só pensam em sobrecarregá-los, instituindo reciclagens, avaliações e demais funções, como, controlar fichas de presença, documentações e lançamentos de aulas no sistema digital, mas não param para saber se precisam de assistência, se estão dando conta do trabalho ou se têm seus direitos trabalhistas respeitados. São vitimas do desprezo e da injúria dos motoristas que, estupidamente disparam a buzina de seus carros, realizam manobras (fechadas) para prejudicar o instrutor e acreditam que este humilde profissional atrapalha suas vidas prejudicando o trânsito. Acredito que seja uma das profissões mais estressantes, sem menosprezo em relação às demais. Se você não acredita, tente ensinar alguém a dirigir.
Por fim, penso que cada profissional da cadeia de formação dos novos motoristas, teoricamente desempenha sua função. Mas, na prática, é o instrutor prático que faz a sua parte e a de todo mundo.