Instrutores e condutores serão corresponsáveis pelas infrações

O Projeto de Lei 2788/08, do deputado Ratinho Júnior (PSC-PR), pretende controlar a atividade de instrutores e examinadores, por meio da criação do Registro Nacional de Instrutores e Examinadores (Renaiex). Neste Registro haverá informações sobre os instrutores e examinadores de habilitação de trânsito, bem como os dados sobre infrações e pontuações dos motoristas formados e aprovados por eles. O parlamentar argumenta que “com os dados em mãos, as autoridades poderão aplicar, em caso de comprovado desvio de conduta, penalidades que vão desde a simples advertência até o cancelamento da autorização para o exercício da profissão”.
Não sei qual é o objetivo deste Projeto de Lei, se é marketing ou se há realmente uma preocupação com a qualidade da formação dos condutores. Para mim, este Projeto está olhando o problema dos acidentes de trânsito sob o ponto de vista das consequências e não das causas.
Lanço então algumas reflexões: o que faz com que muitos motoristas sejam imprudentes e negligentes? Será que somente a formação na autoescola poderia resolver estes problemas de comportamento? Como está a qualidade da formação dos instrutores e examinadores? Qual é o órgão que permite que instrutores sejam formados por meio de um curso à distância?
Onde estão os órgãos executivos que só fiscalizam as autoescolas no momento da abertura e depois esquecem de fiscalizar a qualidade do ensino?
Onde está o Conselho Nacional de Educação e Ministério da Educação que ainda não tomaram ações mais efetivas para que a educação de trânsito seja efetiva nas escolas?
A idéia aqui não é passar a mão na cabeça dos instrutores e examinadores, pois assim como em qualquer outra profissão, tem profissionais qualificados e comprometidos e outros que não tem preparo nem vontade de melhorar sua qualificação.
Só quero deixar aqui meu protesto de que este Projeto de Lei deveria ser substituído por outro que exigisse uma formação de qualidade dos instrutores e examinadores, um acompanhamento anual ou semestral dos órgãos executivos, com formação continuada, aperfeiçoamento, avaliações de desempenho, etc.
Está na hora de levar a sério a qualidade de formação dos futuros condutores e para isto, é necessário investir na qualificação dos instrutores e examinadores e na avaliação constante de desempenho.
Aguardo seu comentário.

27 respostas para “Instrutores e condutores serão corresponsáveis pelas infrações”

  1. luiz fernando escreveu:

    agora toda culpa e do instrutor ,se o cara bebe ,bate o carro ,mata,o errado e o instrutor que deve ter ensinado isso

  2. luiz fernando escreveu:

    tenha do´ ne seu rato jr

  3. Pedro Luiz da Silva escreveu:

    Não podemos ser responsabilizados, por troca de conduta do condutor no futuro e nem danos morais, o cidadão,sai em alta velocidade, cologando em riscos os pedestre, os instrutores e os examinadores do transito que serão responsabilizados !
    So sendo uma ideia do Ratinho Jr

  4. aldo escreveu:

    não tem nada haver, cada cidadão é responsável pelo seus atos. acho tambem que deve-se investir sempre na melhor capacitação dos profissionais da área pois da para perceber que as auto-escolas só visam o retorno financeiro. um abraço…

  5. Êrica Nickel escreveu:

    Olá Aldo

    Acredito que este seja mesmo o melhor caminho: capacitar quem ensina!

    Continue participando.

  6. Alexandre escreveu:

    A qualidade de instrutores e examinadores sem dúvida devem ser avaliadas sempre .
    Infelizmente muitos instrutores,examinadores e motoristas não tem noção de suas responsabilidades .Em contrapartida não se pode culpar somente a eles toda uma seqüência de erros .
    Motoristas sempre colocam os prejuízos financeiros acima das vidas que colocam em risco todos os dias .
    Na minha opinião como instrutor no RS acredito que toda a evolução do candidato e até minha avaliação de suas atitudes deveriam ser levadas em conta .Como pode alguém ter uma avaliação em poucos minutos .Para pegar algo que pode refletir na vida de muitas pessoas . Ele pode ter sorte naquele dia e não habilidade,educação e bom senso.
    E o pior no final eu ainda ser responsabilizado .

  7. Alexandre escreveu:

    Pensando bem podemos criar uma nova lei baseada nessa que seria colocar todos os eleitores como corresponsáveis pelas falcatruas feitas pelos nossos politicos .

  8. Elizabeth escreveu:

    concordo com sua opinião…a corda arrebente sempre no lado mais fraco…como eu,enquanto instrutora, poderei ter controle sobre os atos dos meus ex alunos,depois da auto escola???Concordo com a cobrança de uma postura profissional,ética e voltada para o real ensino veicular mas,querer colocar a culpa toda no instrutor é crual…outa coisa:fiscalização,moralização,concurso público pra examinador tirando o cargo de confiança ou os policiais civis da função que nao compete a eles.Estes sim devem ter um controle rigoroso maior,pois a corrupçao e o despreparo são gritantes…

  9. Elizabeth escreveu:

    concordo com sua opinião…a corda arrebenta sempre no lado mais fraco…como eu,enquanto instrutora, poderei ter controle sobre os atos dos meus ex alunos,depois da auto escola???Concordo com a cobrança de uma postura profissional,ética e voltada para o real ensino veicular mas,querer colocar a culpa toda no instrutor é cruel…outra coisa:fiscalização,moralização,concurso público pra examinador tirando o cargo de confiança ou os policiais civis da função que nao compete a eles.Estes sim devem ter um controle rigoroso maior,pois a corrupçao e o despreparo são gritantes…

  10. Antonio escreveu:

    Sou motorista e tenho muitos amigos instrutores e colegas donos de autoescola. Quando vi o Projeto de Lei do deputado Ratinho Junior pela primeira vez também achei muito pesado, pois havia até previsão de punição criminal, mas o texto final me pareceu excelente e bem ponderado. Aliás, percebi que não há possibilidade de punição indevida nem responsabilização injusta, pois o que se pretende é racionalizar, sistematizar as informações sobre instrutores, examinadores e autoescolas. Então, quem é sério e honesto, pode ficar tranquilo, pois é impossível que, estatisticamente, um número muito elevado de alunos bem formados e bem treinados vá sair por aí cometendo infrações e se envolvendo em acidentes. Eas informações servem para aprimorar todo o sistema, melhorar os profissionais. Isso aumenta a credibilidade e serve de divulgação para quem é bom, para quem se atualiza.
    Outra vantagem é que, as histórias de carteiras falsas ou “compradas” serão muito mais facilmente identificadas, pois encontrando uma já se saberá a “fonte” das outras, bastará analisas de onde veio. Então, na minha opinião, o Projeto tem um alcance social espetacular. Se não resolve sozinha todos os problemas de trânsito, a proposta traz, no mínimo, uma esplêndida contribuição positiva para a paz nas ruas e estradas.

  11. Rafael escreveu:

    Protesto, esta lei é anti constitucional, eu não posso me responsabilizar por insanidades de alunos meus, procuro dar uma aula concisa, interativa, didática e honesta. Agora si um eles não forem consciêntes com as suas ações eu que irei pagar o preço dos erros dos outros. Minha profissão zela em educar, porém não rege fiscalizar, cada um tem que responder pelos seus atos. Ratinho, por que você cria uma lei para diminur os salarios dos politicos hein?

  12. Ivone escreveu:

    Concordo com vc Rafael, nós, instrutores que damos valor a nossa profissão, fazemos o possível e o impossível pra educar e conscientizar os futuros motoristas. Não podemos ser responsabilizados pela má conduta dos mesmos, cada qual deve responder e pagar por atos que colocam em risco a vida de pessoas inocentes…nosso papel fazemos, cabe a cada um deles ter consciência, respeito às leis e ao próximo. Por que será que não criam leis para melhorar a qualidade de vida dos menos favorecidos? Tanta pobreza, desigualdade social, crianças de rua… pessoas vivendo em estado de calamidade… é de dar dó. Crianças que não têm acesso à saúde pública, e nem ao menos a uma escola.

  13. jorge gonçalves escreveu:

    Venho manifestar minha indgnação com certas coisa que assisto,querendo entender porque tantos esponhem suas ideias de ,este seria a melhor ou pior maneira de concertar o trânsito. Vendo com os olhos de quem a muito trabalha na área , peço que tentem entender que não nos reeducarmos (brasileiros) para respeitar e ter amor ao ´próximo como se fosse uma estenção de nós , será trabalho tanto para nós instrutores de trânsito como para as autoridades.Faço um apelo que nos unimos todos senão poderá ser tarde demais. Obrigado JORGE.

  14. ELIAS BUENO -CIANORTE/PR escreveu:

    OLA COLEGAS INSTRUTORES/EXAMINADORES!!!!!!!!!!
    LENDO A MATÉRIA E OS COMENTÁRIOS, RESOLVI ESCREVER ALGUMAS REFLEXÕES:A COBRANÇA POR BOM RESULTADO É BOA-ESSE DEPUTADO DEVE SER COBRADO, DIZENDO A ELE AS CONDIÇÕES DOS INSTRUTORES: SALÁRIOS, FORMAÇÃO, SINDICATO, CIDADES PEQUENAS,ETC..
    NÃO HÁ FISCALIZAÇÃO NAS AUTOESCOLAS;
    SINDICATO, SÓ P/ RECEBER REVERSÃO SALARIAL-FOLHA PGTO;
    INSTRUTORES SEM O MÍNIMO DOS SEUS DIREITOS: CESTA,HORA,ETC.;
    INSTRUTORES TEÓRICOS NO MÍNIMO DEVERIAM SER FORMADOS EM MAGISTÉRIO-PROBLEMA- PISO BAIXO P/ FORMADOS:POR ISSO O POUCO COMPROMETIMENTO(NÃO DE TODOS INSTRUT.);
    COMO PEDAGOGO, PELA UEM/PR,CURSO PRESENCIAL-PERGUNTO A TODOS,INCLUSIVE AO NOBRE DEPUTADO FEDERAL, VOCÊ GOSTARIA DE SER OPREDO POR UM MÉDICO QUE FEZ SEU CURSO À DISTANCIA? EU NÃO!!!!!!!!!!
    AAAHHHHHHHH!!! - NÃO SE COMPARA UM INSTRUTOR/PROFESSOR COM UM MÉDICO- NÃO CONCORDO, POIS, A EDUCAÇÃO É A BASE DUMA SOCIEDADE;
    PORTANTO, A RESPONSABILIDADE EM TODOS OS SETORES,É DE CADA UM,FAÇO MINHA PARTE. O OUTRO,É COM ELE,COBRE DELE!!!!!!!
    TODOS DEVEM PRESTAR CONTA DO QUE FAZ INCLUSIVE OS POLÍTICOS.

  15. GILBERTO BATISTA DE FRANÇA escreveu:

    Educação no trânsito
    Semana Nacional do Trânsito
    (18 A 25 DE SETEMBRO 09)

    Tudo absolutamente igual, ano após ano, feriado após feriado: os efeitos do álcool; menores ao volante; profissionais “rebitados”, brigas, subornos, multas, etc. Tudo isto é o trânsito nosso de cada dia.

    Por que só nos mostram depois do feriadão a imagem do motorista de caminhão que dormiu ao volante colidindo com um ônibus lotado, matando não sei quantos e ferindo outros tantos?

    Adolescentes ao volante: irresponsáveis, sempre em alta velocidade, achando que “com ele não acontece”. Famílias chorando a perda de seus filhos queridos aparecendo na “telinha” nos alertando para cuidarmos dos nossos. Mas será que é só isto?
    E o outro lado, não existe? Aquele dos motoristas exemplares, dos cidadãos conscientes, dos policiais dedicados, da prudência e da paciência?

    O profissional do volante dedicado que dirige defensivamente, Por que ele não é notícia?

    Cadê a imagem do jovem responsável que bebe e não pega no volante, do jovem que freqüentou todas as aulas no Centro de Formação teórica com bons instrutores depois foi para o prático e realmente aprendeu a dirigir com responsabilidade e respeito?

    Ele existe, ele preserva o trânsito, por que ele foi EDUCADO para isto, e por mais que ele tente desrespeitar as normas fica difícil para ele, pois ele foi doutrinado a obedecer. Podemos ir mais longe falando do “tiozinho” que não fica somente grudado ao volante do seu Del Rey 90 “atrapalhando” a fluidez do trânsito.

    Mas temos o cidadão da “melhor idade” que tem maturidade suficiente para evitar uma discussão, quando um estressado lhe dá aquela fechada, ou então do taxista que além de não atender uma solicitação do passageiro para uma manobra perigosa, (ah vira ali), ele ainda lhe dá uma aula de direção defensiva e legislação de trânsito

    Ciclistas, mulheres, idosos e pedestres. Por que não mostramos o outro lado? Uma das questões que precisamos levantar nesta Semana Nacional do Trânsito o é essa tendência da mídia e dos próprios órgãos de trânsito de enfocarem somente um lado da tão almejada mudança de comportamento no trânsito, (temos inclusive ótimas propagandas publicitárias neste sentido).

    Mas e o outro lado?
    A Psicologia nos comprova que o reforço positivo é tão eficiente quanto à punição. Precisamos valorizar o outro lado do comportamento no trânsito e fugir de estereótipos a questão do comportamento no trânsito vai além das placas de advertência e das “canetadas” do agente de trânsito.

    O que a mídia e as instituições ligadas ao trânsito precisam entender é que quando se fala em educação e trânsito podemos encontrar um paradigma duas linhas de pensamento Educação no Trânsito e Educação para o trânsito.

    Educação no Trânsito: pessoas participando do trânsito com educação.

    Educação para o Trânsito: A pessoa foi devidamente formada previamente preparada para isso.
    Acredito que a campanha nacional deveria focar a educação para o trânsito, valorizando fiscalizando as instituições de ensino ligadas ao trânsito.
    A mídia tem um poder muito forte na formação de opinião, na capacidade de induzir as pessoas, com seus filmes que são repetidos de duas a três vezes no mesmo semestre, suas novelas e seriados os programas jornalísticos que destacam tragédias acidentes, mortes, tragédias isso é mostrado todos os dias.

    São poucas as redes de TV, rádios, meios de comunicação que dispõem de 10 minutos que seja, para falar sobre EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO, para falar sobre direção defensiva, legislação de trânsito, sobre segurança no trânsito.

    Ao contrário de que muitas pessoas pensam educação para o trânsito não é somente para motoristas, ou para aqueles que querem dirigir, é na condição de usuário da via que a pessoa se socializa, vimos no trânsito um local de convivência social.

    Educar crianças e jovens socializá-los ao trânsito é visto por nós como uma condição necessária e esta primeira formação os trariam novos conceitos e os preparariam educando-os e levando-os para tomada de decisão de ser ou não condutor, de portar ou não, a Carteira Nacional de Habilitação.

    Educação no trânsito. Uma aliança com a vida. Nada melhor que a educação para desenvolver as capacidades humanas visando à integração social e a cidadania.

    Gilberto Batista de França
    Instrutor de Trânsito

  16. José Luiz Masson escreveu:

    Considero toda ação em prol da melhoria do trânsito em nivel nacional muito bem vinda. Porém se o processo inicial de avaliação do candidato a condutor já inicia de forma incorreta, todas as demais ações são por sí só nulas.
    Ao iniciar o candidato a condutor no sistema de avaliação, deveria o exame psicológico ser realmente melhor aplicado para saber se aquele candidato tem reais condições de assumir a direção de um automóvel; e também nos exames de visão uma melhor avaliação deveriasse ser aplicada.
    Assim sendo, quero manifestar meu protesto contra esta anormalidade que é essa pseuda lei em benefício do trânsito.
    Deveria sim este dignissímo deputado lutar para que a União e os governos estaduais melhorassem as condições das nossas estradas que são verdadeiras( desculpe-me o trocadilho ) RATOEIRAS ao invés de procurar pelos em ovos.
    Sou sim a favor de regulamentar a profissão dos instrutores, ou melhor dizermos: educadores de Trânsito para que a categoria pudesse sobreviver com mais dignidade e ser mais respeitada, tendo direito inclusive de férias, 13º salário e seguro saúde de qualidade.
    Lembro ainda as pessoas menos informadas de que o digníssimo representa uma classe com um dos maiores e mais abssurdos salários da nação; e se o mesmo estivesse mesmo queremdo ajudar o povo, deveria primeiramente abrir mão das mordomias e vergonhosas vantagens que possui em função da sua condição dedeputado.
    Também em relação ao tema deste blog, tenho as seguintes considerações.
    1º- A primeira condição para o candidato a condutor é ser maior de 18 anos e portanto ser imputável;
    2º- Cada ser é único neste universo, portanto: pensa, sente e age diferentemente um do outro;
    3º- Temos sim que avaliar e capacitar os profissionais que realmente se dedicam a instruir e educar os futuros motorista;
    4º- Temos sim que punir os maus profissionais, bem como os maus patrões que pressionam os instrutores a aprovar para a valiação de exame aluno que não reuni a devida condição;
    5º- Temos sim que melhorar o nível dos examinadores, assim como dos institutos de avalaição psicológica e de visão para que não haja fraudes.
    Por último deixo meu manifesto para as pessoas envolvidas neste processo e profissionais diretamente ligados na educação de trânsito para que possamos criar um sindicato forte que realmente represente a categoria das investidas de oportunistas de plantão e minha sugestão para o Sr. ministro da educação de que implante nas escolas de todo o país a disciplina de educação de trânsito; pois é investindo nas crianças que formaremos motoristas mais responsáveis no futuro.
    Sem mais
    luiz.educatrans@gmail.com

  17. nivaldo franco de godoy escreveu:

    Agora só falta esse tal de ratinho junior,criar uma lei,que os pais(ou professores) dos ladrões,assassino extrupadores e pedófilos devem responder processos ou serem presos por não educarem seu filhos ou alunos.isso sim mostra o nivel dos deputados. E o erro não tá nos instrutores praticos mas sim uma melhora nos ensino teorico,o que se deve fazer e adotar este ensino nas escolas desde o pre-escolar até o segundo grau.

  18. Rafael Richter escreveu:

    Caro Ratinho Jr..
    Vamos, por favor, esperar a profissão de Instrutor, ao menos, ser regulamentada pelo Senado. A classe dos Instrutores atualmente não é nem considerada “classe”. E tem mais; penso que a educação para o trânsito é rersponsabilidade de todos (pais; escola de ensino fundamenta e médio - que aqui aliás já existe algo no sentido).
    Hoje o Instrutor conhece o aluno já com a maioridade estabelecida e consequente cultura e “cabeça” pré-formada; ex.: tem gente que vem pra autoescola só para tirar a carteira e não para aprender a dirigir!
    Entende? Sr. ratinho Jr.! Jogar a responsabilidade apenas nos Instrutores de Trânsito é um tanto quanto injusto; o que o Sr. repensaria sobre isso?

  19. Betto escreveu:

    eu acho que o senhora Ratinho jr deve ter sofrido algum trauma com o seu estrutor durante o seu prosseso de habilitação !
    Faça mil favor senhor ratinho jr ! sera que num tem mais nada pra fazer nao ????
    Ha entao todos os eleitores deverian ser responsaveis por todos os atos indecentes dos seus candidatos por todos os seus mandatos !!! ????
    faza mil favor seu ratinho !
    e com todo respeito va procurar algumacoisa para fazer !!!

  20. luiz claudio maza abib escreveu:

    Os cursos de formação de instrutores e examinadores oferecidos pelo Estado(Detrans) e CFC`s são muito fracos, sem preparo algum. 95% de nossos instrutores são despreparados e sem capacitação alguma. Sem falar da tremenda corrupção que impéra até hoje!! Agora com todo respeito, Sr. Deputado Retinho Jr, o Sr. não é a pessoa mais indicada pra
    falar de avaliação tá certo?

  21. Mauricio Belo Ferreira escreveu:

    Todo candidato dá entrada na sua CNH numa autoescola, a qual tem o diretor geral, o diretor de ensino e tantos outros. Ele é atendido gentilmente por um recepcionista que lhe passa todas as informações e vende o produto. Em seguida, se assenta em uma carteira, dentro de uma sala de aula, para receber a educação para o trânsito. Na sequência, o candidato é submetido a um exame psicológico, que, no muito, no reteste é aprovado. Após isso, ele será avaliado por uma prova teórica, em que se atestará seu conhecimento sobre trânsito, tornando-o apto para transitar pelas vias urbanas, num veículo devidamente licenciado e acompanhado de um profissional. Finalmente, o candidato é submetido a um exame prático de direção, que deverá concluir se ele poderá transitar pelas ruas dirigindo um veículo comum.
    Tudo parece estar perfeito, por que, cada profissional está desempenhando devidamente sua função. Errado!
    Na prática, o candidato passa por todo este enfadonho trâmite preparatório, sem, contudo, tirar grande proveito. O que ocorre é que ele passa quarenta e cinco horas-aula dentro de uma sala, ouvindo um instrutor que é forçado a ensinar um pouco de tudo, sendo que, teve apenas vinte dias de treinamento teórico. O resultado, na maioria das vezes, é que os candidatos não aprendem quase nada e não vêem a hora de acabar o “pesadelo”. Constantemente me deparo com pessoas que, na primeira aula prática, não sabem onde é o pedal da embreagem, quando, na verdade, deveriam aprender nas aulas de noções de mecânica, eis que lá, conhecem os instrumentos e suas funções. Além disso, comumente me deparo com pessoas que não sabem distinguir uma placa de “de a preferência” de uma de “pare”. Outros, não sabem a diferença entre as faixas amarela e branca no meio da via. Isto sem falar que não conhecem o sentido das ruas, das conversões, chegando até, confundirem-se com direita e esquerda. O instrutor prático se vê obrigado a parar o carro, sacar de uma folha em branco e desenhar as vias, mostrando ao candidato como transitar. Não raro, muitos vêm carregados de problemas pessoais que enfrentam no dia a dia e o instrutor prático vira uma espécie de psicólogo. Alguns choram durante as aulas e lá está o instrutor prático a consolar. A consulta com o psicólogo licenciado constitui mera formalidade, pois, nunca vi alguém ser reprovado. Quando muito, refazem o exame e passam. Outros recebem restrições em sua habilitação por problemas parciais, outros com problemas de visão passam a usar lentes, muitos têm que adaptar veículos. Mas, na prática todos acabam no trânsito. No decorrer das aulas práticas, o instrutor se depara com situações extremas, concluindo que determinadas pessoas jamais teriam condições de encarar o trânsito na direção de um veículo, mas, eles foram aprovados pelo profissional que, em algumas vezes, nunca dirigiu no trânsito. São casos dos mais diversos. Medo, pânico, descontrole emocional, problemas de saúde, etc.
    O instrutor prático é, portanto, a ponta de toda essa cadeia. Ele tem vinte dias para ser instrutor teórico, prático, psicólogo, amigo, e, é dele que se cobram todos os resultados. O candidato nunca dirigiu um veículo, mas, em vinte dias o instrutor prático formará este indivíduo e o tornará apto para enfrentar a direção de um veículo automotor. Tamanha é a importância deste profissional, que, diga-se de passagem, de todos da cadeia mencionada acima, é o mais desvalorizado. Tem que enfrentar o estresse do trânsito conturbado e caótico, posicionado no banco do carona, tendo em sua responsabilidade um individuo que nada faria para evitar a colisão contra o primeiro poste que apareça. Ele enfrenta o sol, a chuva, sob horas excessivas e exaustivas da carga horária de trabalho, a qual chega a doze horas (mas ninguém vê). E quanto ao salário? São baixíssimos considerando a importância e os problemas de saúde que esse profissional pode adquirir durante a carreira. Os órgãos responsáveis e as autoescolas só pensam em sobrecarregá-los, instituindo reciclagens, avaliações e demais funções, como, controlar fichas de presença, documentações e lançamentos de aulas no sistema digital, mas não param para saber se precisam de assistência, se estão dando conta do trabalho ou se têm seus direitos trabalhistas respeitados. São vitimas do desprezo e da injúria dos motoristas que, estupidamente disparam a buzina de seus carros, realizam manobras (fechadas) para prejudicar o instrutor e acreditam que este humilde profissional atrapalha suas vidas prejudicando o trânsito. Acredito que seja uma das profissões mais estressantes, sem menosprezo em relação às demais. Se você não acredita, tente ensinar alguém a dirigir.
    Por fim, penso que cada profissional da cadeia de formação dos novos motoristas, teoricamente desempenha sua função. Mas, na prática, é o instrutor prático que faz a sua parte e a de todo mundo.

  22. Mauricio Belo Ferreira escreveu:

    As injustiças da profissão!

    Todo candidato dá entrada na sua CNH numa autoescola, a qual tem o diretor geral, o diretor de ensino e tantos outros. Ele é atendido gentilmente por um recepcionista que lhe passa todas as informações e vende o produto. Em seguida, se assenta em uma carteira, dentro de uma sala de aula, para receber a educação para o trânsito. Na sequência, o candidato é submetido a um exame psicológico, que, no muito, no reteste é aprovado. Após isso, ele será avaliado por uma prova teórica, em que se atestará seu conhecimento sobre trânsito, tornando-o apto para transitar pelas vias urbanas, num veículo devidamente licenciado e acompanhado de um profissional. Finalmente, o candidato é submetido a um exame prático de direção, que deverá concluir se ele poderá transitar pelas ruas dirigindo um veículo comum.
    Tudo parece estar perfeito, por que, cada profissional está desempenhando devidamente sua função. Errado!
    Na prática, o candidato passa por todo este enfadonho trâmite preparatório, sem, contudo, tirar grande proveito. O que ocorre é que ele passa quarenta e cinco horas-aula dentro de uma sala, ouvindo um instrutor que é forçado a ensinar um pouco de tudo, sendo que, teve apenas vinte dias de treinamento teórico. O resultado, na maioria das vezes, é que os candidatos não aprendem quase nada e não vêem a hora de acabar o “pesadelo”. Constantemente me deparo com pessoas que, na primeira aula prática, não sabem onde é o pedal da embreagem, quando, na verdade, deveriam aprender nas aulas de noções de mecânica, eis que lá, conhecem os instrumentos e suas funções. Além disso, comumente me deparo com pessoas que não sabem distinguir uma placa de “de a preferência” de uma de “pare”. Outros, não sabem a diferença entre as faixas amarela e branca no meio da via. Isto sem falar que não conhecem o sentido das ruas, das conversões, chegando até, confundirem-se com direita e esquerda. O instrutor prático se vê obrigado a parar o carro, sacar de uma folha em branco e desenhar as vias, mostrando ao candidato como transitar. Não raro, muitos vêm carregados de problemas pessoais que enfrentam no dia a dia e o instrutor prático vira uma espécie de psicólogo. Alguns choram durante as aulas e lá está o instrutor prático a consolar. A consulta com o psicólogo licenciado constitui mera formalidade, pois, nunca vi alguém ser reprovado. Quando muito, refazem o exame e passam. Outros recebem restrições em sua habilitação por problemas parciais, outros com problemas de visão passam a usar lentes, muitos têm que adaptar veículos. Mas, na prática todos acabam no trânsito. No decorrer das aulas práticas, o instrutor se depara com situações extremas, concluindo que determinadas pessoas jamais teriam condições de encarar o trânsito na direção de um veículo, mas, eles foram aprovados pelo profissional que, em algumas vezes, nunca dirigiu no trânsito. São casos dos mais diversos. Medo, pânico, descontrole emocional, problemas de saúde, etc.
    O instrutor prático é, portanto, a ponta de toda essa cadeia. Ele tem vinte dias para ser instrutor teórico, prático, psicólogo, amigo, e, é dele que se cobram todos os resultados. O candidato nunca dirigiu um veículo, mas, em vinte dias o instrutor prático formará este indivíduo e o tornará apto para enfrentar a direção de um veículo automotor. Tamanha é a importância deste profissional, que, diga-se de passagem, de todos da cadeia mencionada acima, é o mais desvalorizado. Tem que enfrentar o estresse do trânsito conturbado e caótico, posicionado no banco do carona, tendo em sua responsabilidade um individuo que nada faria para evitar a colisão contra o primeiro poste que apareça. Ele enfrenta o sol, a chuva, sob horas excessivas e exaustivas da carga horária de trabalho, a qual chega a doze horas (mas ninguém vê). E quanto ao salário? São baixíssimos considerando a importância e os problemas de saúde que esse profissional pode adquirir durante a carreira. Os órgãos responsáveis e as autoescolas só pensam em sobrecarregá-los, instituindo reciclagens, avaliações e demais funções, como, controlar fichas de presença, documentações e lançamentos de aulas no sistema digital, mas não param para saber se precisam de assistência, se estão dando conta do trabalho ou se têm seus direitos trabalhistas respeitados. São vitimas do desprezo e da injúria dos motoristas que, estupidamente disparam a buzina de seus carros, realizam manobras (fechadas) para prejudicar o instrutor e acreditam que este humilde profissional atrapalha suas vidas prejudicando o trânsito. Acredito que seja uma das profissões mais estressantes, sem menosprezo em relação às demais. Se você não acredita, tente ensinar alguém a dirigir.
    Por fim, penso que cada profissional da cadeia de formação dos novos motoristas, teoricamente desempenha sua função. Mas, na prática, é o instrutor prático que faz a sua parte e a de todo mundo.

  23. Mauricio Belo Ferreira escreveu:

    Só teremos um trânisto melhor se os educadores forem respeitados e devidamente valorizados. Não se constrói um prédio pela cobertura.

    Bom seria se os deputados (Roedor Jr., Celso Russomano, etc) tivessem o mínimo de bom senso e olhassem para esta classe tão sofrida e injustiçada!

    Um abraço meus caros,

    Mauricio.

  24. Alan Germano escreveu:

    Prezado Aldo, queria que esses deputados olhassem para o nosso projeto de lei 1036/07, que esta parado no senado federal a vários meses esperando entrar em pauta para votação, mas como sempre tem uma mp trancando a pauta, sempre para os senhores senadores tem algo mais importante, e ai sim depois da profissão regulamentada, investir nesses profissionais existentes com registro no ministério do trabalho, com cursos de capacitação e aperfeiçoamento e ate mesmo cobrar mais responsabilidades, então os instrutores de “trânsito” terão seu reconhecimento merecido. E sobre o nobre deputado Rato Jn., que ele pense em um projeto de lei que melhore so um pouquinho os alicerces da categoria profissional que ele pertence. Obigado!

  25. Gisa escreveu:

    Por que o nobre deputado não cria uma lei, interligando o sistema do Detran com o CLT ( INSS),para verificar, se realmente as carteiras de trabalho dos pobres instrutores em que os empresários donos de auto escolas assinam mas não recolhem as devidas guias. Burlando as leis trabalhistas, sem nenhuma fiscalização por parte de nenhum órgão competente pra tal. Obrigada

  26. Giovani Mesquita escreveu:

    Isto só acontece porque a classe não tem um sindicato estadual ou melhor NACIONAL que nos represente contra esses absurdos que palhaços como estes que ficam brincando de fazer leis. Temos que nos unir e formarmos sindicatos fortes em nossos estados e pressionar estes idiotas. E lembrem-se vamos fazer campanha contra eles nestas eleições é só chegar aos seus ouvidos que eles se borrão de medo e perder esta teta. Abraços.

  27. Charito Peraza escreveu:

    Adorei aRECICLAGEM e AVALIAÇÃO de INSTRUTORES E EXAMINADORES

    Eu tenho 53 anos, e nuca tinha pegado um carro para dirigir, meu istrutor me deu 30 aulas antes da primeira tentativa. Na primeira tentativa, eu tive uma Examinadora que me passou calma mas chegando ao final do percurso deixei morrer o carro por falta de aceleração e perdi apenas 4 pontos , da segunda vez me senti prerjudicada pela EXAMINADORA que me avaliou pois logo que ela entrou no carro me falou vamos saír logo, não demora, estou com pressa, e em quanto fazia o percurso, me falava a mesmas coisa, me deixando nervosa e ansiosa, e assim foi indo até que cometi um erro medio, ainda me falou desse jeito não dá para você dirigir, anda logo estou com pressa no momento que me falou isso eu cometi um erro grave, deixei o carro andar para trás. tive impressão que a sEGUNDA EXAMINADORA, estava fazendo tudo o possível e impossível para que eu comete-se algum erro, o que acabou acontecendo, GOSTARIA DAR COMO SUGESTÃO QUE O INSTRUTOR JUNTO COM O EXAMINADO FIZESSEM UM RELATORIO DO QUE OCORRE ENQUANTO VOCÊ ESTA SENDO EXAMINADA.
    Em relação aos Instrutores, eu posso falar que dei sorte, encontrei um que se chama SILMO, que não tem preguiça de ensinar é Maravilloso,

    obrigada

Deixe uma resposta