Aulas práticas em rodovias?!

O último Blog da Mariana trouxe à tona a questão da aula prática de motocicleta nas vias públicas, o que me fez lembrar que a Resolução 285/08 apresenta outro item polêmico: as aulas práticas em rodovias.

Para algumas pessoas, esta determinação soou absurda, porém as estatísticas mostram o alto índice de morte de jovens, em geral recém habilitados, acidentados nas rodovias, que justificam esta medida.

Já se sabe que dirigir em via urbana é muito diferente de rodovia e por isso a Res.285 veio em boa hora. Para completar o cenário, as aulas práticas em rodovias devem ser realizadas tanto para motocicleta como para automóvel, mas será que os instrutores estão realmente preparados para ensinar neste tipo de via? 

Vamos começar pelo básico, no Mato Grosso do Sul alguns profissionais da área de trânsito estão se movimentando para “boicotar” a Resolução, alegando que agora os instrutores “serão obrigados a sair pelas ruas das cidades na garupa de alunos aprendizes de motociclismo”. Primeiramente, parece que estes profissionais não leram direito a resolução, pois em nenhum momento ela fala em “ensinar na garupa” e sim acompanhar o aluno em outro veículo. Em segundo lugar, se o aluno não está preparado para aprender nas ruas, também não está preparado para ter a habilitação. Isto significa que ele precisa de mais aulas.

A Lei é clara: o aluno só irá para a rua quando tiver total domínio do veículo, no caso a motocicleta e quem atestará isto é o instrutor. Qual é o problema então? Seria a pressa em aprovar os alunos? Seria a insegurança dos instrutores em relação a sua competência para ensinar?
O que o Brasil precisa é de seriedade no ensino para o trânsito.
Enfim, essas novas determinações são um grande desafio para os CFCs e para os órgãos de trânsito, pois para que a nova resolução se efetive, deverá haver uma mudança de cultura em relação ao ensino nas auto-escolas, um constante aperfeiçoamento dos instrutores e mudanças sérias no sistema de avaliação dos DETRANs. A forma de avaliar tem total relação com a forma de ensinar e aprender.

De imediato, é preciso investir em aulas de qualidade, na preparação dos instrutores e levar para as vias urbanas e rurais o aluno que estiver realmente bem preparado na teoria e na prática.
Cabe a cada um fazer a sua parte.

 Aguardo seu comentário e até o próximo blog.

61 respostas para “Aulas práticas em rodovias?!”

  1. Blog Dirigindo Seguro escreveu:

    Estou adorando essa resolução, pois até hoje, as pessoas saiam da auto escola sem saber dirigir de verdade, as aulas práticas ensinam a passar no teste e não a dirigir.

    Cézar,
    Blog Dirigindo Seguro

  2. Marcos Carvalheira escreveu:

    Oi Êrica,

    A direção em rodovias é muito mais difícil do que uma direção em cidades. Os próprios agentes da Polícia Rodoviária, diz que os motoristas dirigem nas rodovias como se estivessem na cidade. Só que na rodovia as surpresas são bem mais constantes e se faz necessário habilidade para sair delas e principalmente prevenir. É difícil os instrutores entenderem isso? Ou pior, é difícil os usuários entenderem isso? Todas essas preocupações são simplesmente para salvar vidas. Nada mais.

  3. Marcos Carvalheira escreveu:

    Corroborando com o comentário do Cézar, a pouco tempo, passei minha habilitação para categoria “E” e simplesmente o que aprendi foi: Ao manobrar a carreta, marque estes pontos para fazer a manobra correta e passar na prova. Não esqueça de usar a seta nas manobras e sua carteira tá na mão.
    Mas para que fazer a manobra daquela forma, ou o que acontece, nada foi informardo. E o pior, o que fazer em um aclive ou pior ainda, o que fazer num declive.

  4. Vanilda escreveu:

    Olá, eu sempre acompanho as noticias desse blog, porem só agora realmente me deu vontade de comentar e expressar aqui minha opinião.
    Eu moro no Rio de Janeiro e sou instrutora, sinceramente a questão da resolução 285, acho incoerente e mal feita mais uma vez a lei brasileira quer educar, porem não oferece as auto- escolas essa oportunidade.
    Se fala muito na responsabilidade dos instrutores certo?
    mas me responda por favor, alguem que realmente entenda do assunto.

    “Quanto o povo brasileiro esta disposto a pagar para realmente aprender a dirigir”, trabalho em uma auto-escola que exige realmente que seus alunos sejam educados, mas a resolução exige apenas 20 horas aulas para o Santo instrutor fazer milagres com o aluno. quando acaba os 20 treinos e você diz ao aluno para ele pagar mais treinos, ele falta pouco te bater e diz que o Detran só exige 20 treinos, 20 pra quem esta tirando a 1ª habilitação, pq para os que estão adicionando continua 15 treinos.
    A verdade que o brasileiro não pensa aprender a dirigir, o aluno entra em uma auto escola porque ele quer passar na prova do Detran, mais é mais facil jogar a culpa nos instrutores. E digo mais o Detran quer que auto escola eduque e ainda por cima que cobre um preço camarada, ai quero ver um aluno na rodovia, mais o instrutor em outro veículo, ou sija a auto-escola agora vai ter duas motos rodando, gastando a disposição do aluno e que que vai pagar o Aluno? acho dificil

  5. Êrica Nickel escreveu:

    Olá Vanilda

    Que bom que você está participando.
    Acredito que a culpa não é só do instrutor, até porque sou instrutora e sei do “milagre” que temos que fazer com os alunos.
    De qualquer forma, tem muitos, mas muitos instrutores que nunca deveriam ter feito curso de instrutor, porque não tem o mínimo compromisso com a vida dos usuários do trânsito. E o pior, não tem vontade de aprender e de se aperfeiçoar.
    Acho que, mesmo com poucas horas, o instrutor deve ensinar com qualidade e responsabilidade. Mas isto também não está acontecendo. São poucos os instrutores como você que são profissionais responsáveis.
    Quanto ao valor, você tem toda a razão, o candidato reclama e ainda pede desconto.
    É problema cultural e cabe a nós fazermos a nossa parte.

    Participe mais vezes!

  6. Êrica Nickel escreveu:

    Olá Cezar

    A REs. está mexendo mesmo no “queijo” de muita gente (pra quem leu o livro “alguém mexeu no meu queijo”, sabe do que estou falando).
    Quero dizer que “ou encaramos a questão da qualidade do ensino” ou continuaremos dando desculpas para os problemas do trânsito.
    Se cabe às auto-escolas “formar” o condutor, deve fazê-lo com qualidade e responsabilidade. Precisamos parar de “passar a mão a cabeça do aluno” e mostrar que não pode sair nas ruas dirigindo “mais ou menos”.
    Cabe também a todos os brasileiros exigirem das autoridades que também façam a sua parte: fiscalizar, punir, educar…etc..

    Obrigada pela participação.

  7. Êrica Nickel escreveu:

    Olá Marcos

    As aulas na rodovia são muito importantes. Apesar do desafio, as auto-escolas terão que se adaptar, afinal, a habilitação não é só para dirigir na cidade, mas também nas estradas.

    Continue participando.

  8. Fabio Carneiro escreveu:

    Ótima discussão, no blog da Mariana eu defendi e defendo as aulas nas vias para os candidatos da categoria A, com relação as aulas nas rodovias acredito ser de muita valia e necessárias, porém que o risco é maior isso não se tem dúvidas. Isso é notório quando estamos dirgindo em uma rodovia e nos deparamos com os “SENHORES DO ASFALTO”, nossos queridos caminhoneiros, será que eles terão compreensão para entender que a sua frente tem um veiculo de AUTO ESCOLA, aonde um “APRENDIZ”, está no comando? Nas vias urbanas os motoristas já não tem paciência com os veiculos de aprendizagem, imagina nas rodovias. Todavia acredito que toda cidade possue a sua volta aquela rodovia estadual, de menor movimento aonde as aulas poderiam estar sendo ministradas.
    Agora o dia que os proprietários dos CFC’s passarem a trabalhar com educação, ai o processo de aprendizagem vai melhorar e muito. Este ano aqui em Dourados MS, durante a semana nacional de trânsito, não teve nenhum CFC participando das campanhas e bliz educativas que foram desenvolvidas por diversas entidades como Superitendência de Transporte e Trânsito do Município, Detran, Guarda Municipal, Polícia Militar, Sest Senat, Escolas da rede municipal, estadual e particular de ensino, realmente os CFC’s tem que adotar uma postura mais educativa e menos comercial, para que ai sim termos uma melhoria no ensino dos fututos motoristas.
    Att.

  9. Yone escreveu:

    Olá Erica,
    Concordo plenamente com suas argumentações, mas essa perda de foco ocorre em vários outros momentos.
    Devemos repensar a cada dia o objetivo do que estamos fazendo, se não, tudo perde o significado, o verdadeiro fim.
    Devemos usar cinto de segurança para poupar nossas vidas, não para mostrar para o guarda, devemos andar em velocidade compatível todo tempo, não só nos radares, pois longe deles também corremos riscos. E é claro, não posso deixar de dizer: não dirija alcoolizado, pois o número de acidentes e mortos caiu brutalmente, não foi pela alta na fiscalização e sim pela queda no número de acidentes. Vamos ser racionais? Qual o verdadeiro fim de nossas ações?

  10. Êrica escreveu:

    Oá Fabio

    A sua preocupação é válida em relação aos caminhoneiros. Porém, se o aluno já domina o carro, terá que circular em velocidade adequada á via. Isto não quer dizer que transitará a 110Km, no limite. Agora, essa será a realidade que o condutor encontrará quando for habilitado. Então para qual transito as auto-escolas estão preparando?

    Continue contribuindo.

  11. Êrica Nickel escreveu:

    Olá Yone e Fabio

    A questão toda está na educação: ensinar realmente para transitar com segurança e não somente para passar nos testes ou para atender as resoluções por simples obrigação.
    Realmente o foco é a educação.

    Continuem participando.

  12. Fabio Carneiro escreveu:

    Êrica, o que eu diz dizer é que o risco é maior das aulas em rodovias em relação as vias urbanas, mas como educador de trânsito sou totalmente favorável as aulas nas rodovias sim. é necessário que se inicie pois os usuários das rodovias vão aos poucos percebendo a presença dos veiculos de auto escolas nas rodovias, o que com certeza vai gerar muita “discussão”, mas tem que acontecer para que o aluno tem essa vivência na sua formação.

  13. joaoneto escreveu:

    bom quto a levar o aluno para as rodovias, aqui no sul, o único estado que não permitew levar aluno para estas vias, e o Paraná, mas eu entendo que se o aluno está bem e em condições, não tem problema o instrutor levar o aluno, quanto a motocicleta, é bem verdade que falta muita perícia aos condutores, deste veículo, mas existem muitos irresponsáveis nas estradas, eu defendo a formação do instrutor, ele aprende apenas o necessário que o sisitema exige, se vai passar mais aos alunso vai depender somente do instrutor, em aprender e ler mais sobre o conteúdo programático, seja teórico, ou prático, se eu passar apenas os tópicos do livro, não ensino nada aos alunos, outra coisa que ainda falta é aceitar o termo centro de formação de condutores, e não auto-escola, existe uma grande diferença na colocação, por isso ainda a resistência das pessoas nas mudanças e resoluções sobre como ensinar o candidato a habilitação.

  14. Francisco Pereira de Lima escreveu:

    Não sei na verdade qual e a duvida em relaçao ao assunto. Pois,
    o intrutor ensina o que da, o aluno aprende o que ja sabe, ou seja so o A, B, C necessario para ser habilitado, QUE DEPOIS ESQUECE TUDO QUE APRENDEU, dai pra frente so faz caca. Como foi relatado por outros ainda acredito em COMPORTAMENTO.
    CHA>
    CONHECIMENTO
    HABILIDADES
    ATITUDES. > NÃO SOMENTE NA PRESENÇA DE POLICIAIS.

  15. Êrica Nickel escreveu:

    Olá Francisco

    Infelizmente isso acontece porque o aluno foi apenas “treinado”. Se tivesse sido “treinado e educado”, seria diferente.
    Concordo contigo que o comportamento é tudo, mas ele precisa ser educado.

    continue contribuindo…

  16. Fabio Carneiro escreveu:

    Gente temos que fazer a diferença, fazer justamente o que a Êrica disse, temos que TREINAR e EDUCAR. Nós podemos e conseguiremos, basta iniciar. Paulo Coelho em um dos seus livros mais precisamente em O ALQUIMISTA, diz que ” ….Quando se deseja algo, todo o universo conspira ao seu favor….”. Vamos fazr uma corrente para que a educção no trânsito seja levada e aplicada a serio.
    Att.

  17. elton escreveu:

    Bom, gostei dos comentários e não pude deixar de falar um pouco, mas na verdade eu gostaria mesmo é de esclarecimentos. Alguém de vocês sabe me falar a respeito dos exames da categoria A. Como serão feitos, dentro da motopista ou na via pública? pois a resoluçao 285 não é claro quanto a isso. Lá, pelo que entendi, só fala da permissão para fazer aulas nas vias públicas, porém, após o aluno ter domínio sobre o veículo.
    Quem souber algum informação me fale, pois estou boiando.

  18. Antonio Marcos Batista escreveu:

    Bom gostaria de comentar sobre o assunto de aulas em rodovias.
    Sou instrutor em Sorocaba e como já disse antes apoio a resolução 285 e não tenho medo de ministrar minha aula no trânsito e também acredito que tenha também outros colegas de profissão que também apoiam a resolução. Infelizmente nós instrutores estamos amarrados na resolução 168/04 169/05, ou seja nós não podemos ministrar aulas práticas na rua em questão sobre motocicleta. Mas aula prática de categoria B – C – D e E, infelizmente entra o fator Auto Escola – Detran e Ciretran que mostram fragilidades e falhas. Eu cansei de me manifestar perante o diretor da Ciretran de Sorocaba e sabe o que eu ganhei vários inimigos, pessoas me criticando achando que eu quero saber de mais, o correto é eu ganhar o meu salário e ficar quietinho se não eu nunca mais poderia dar aula em Sorocaba diziam os proprietários e pessoas de dentro da Ciretran. Parece absurdo, mas é pura verdade, instrutor de trânsito não tem valor perante a sociedade, perante os proprietários de CFCs, secretária tem mais valor. Existe a portaria 540/99 onde é tudo muito claro na teoria mas na prática deixa muito a desejar… por exemplo: Os CFCs de Sorocaba, não tem sala para instrutores, não tem banheiros, não temos bebedouros. Quando o aluno falta não podemos ficar na sala de espera, temos que nos retirar do CFC e aguardar o horário de outro aluno fora do estabelecimento. Agora temos também banco de horas, se o aluno faltar os patrões estão descontando essas horas de falta do aluno no banco de horas. Então as pessoas também tem que analisar a situação de trabalho dos instrutores que são muitos precárias, e mesmo com tudo isso existem profissionais que se esforçam em passar uma boa instrução para seus alunos, então antes de sairem dando pancadas nos instrutores parem e analisem nossa situação.
    Grato pela oportunidade de estar manifestando.
    Se tem um culpado para que nosso trânsito está nessa condição, são eles: CONTRAN – DENATRAN – DETRANS E CIRETRANS – CFCs e a POLÍCA MILITAR que não fiscaliza devidamente como deve ser.
    Abraço.
    Antonio Marcos.
    (15) 9119-4897.

  19. Simone Leite escreveu:

    Boa noite pessoal

    Quero deixar aqui o registro da não preocupação na concientização do condutor, o que não nos traria a Resolução 285/08, segundo seu objetivo.
    Me admira e assusta que em algumas regiões do Brasil, instrutores percam tempo tentando “boicotar” a 285/08, ao invés de usar esse tempo para cobrar das autoridades a atualização do DETRAN, não somente em conseguir atender a grande demanda da procura pela primeira habilitação que a 285 trouxe, mas também a atualização das provas teóricas, que em alguns estados ainda se faz sem a atualização da 160/04 e 168/04.

    A dúvida que fica para os que trabalham nessa área é: Quando as autoridades, o DETRAN, a necessidade e bom senso andarão juntos nessa luta a favor da paz no trânsito?

    Att

  20. Jovem escreveu:

    Amanhã vou pegar o CTB e fazer uma lista de tudo o que a lei prevê e o que não está sendo cumprido…vai sobrar pra todo mundo…

  21. Marília escreveu:

    Boa noite a todos.
    Estou gostando dos comentarios, sou instrutora e concordo com a Erica tem muitos instrutores que nao deveria ser instrutores, estao la so pra ganhar dinheiro e nao para ensinar corretamente, o DENATRAN ou DETRAN deveria de vez enquando fazer uma avaliação com esses instrutores.
    Em questao a resolução 285 por um lado é muito arriscado mais pelo outro os candidatos vão saber andar nas ruas pois aquele teste em percurso fechado nao ensina ninguem a andar de moto.

  22. Ari Vieira escreveu:

    Êrica
    O importante da Resolução 285 foi colocar em pauta o debate sobre a formação do condutor recém habilitado. Evidente que é fundamental colocar o candidato a habilitação aulas práticas, tanto em vias urbanas e rurais. É função do instrutor verbalizar se ele tem ou não condição para realizar este modelo de aula. Finalmente, precisávamos colocar esse tema no centro das atenções, porque formação de condutor sempre foi levado de qualquer jeito pela sociedade, afinal, todos se beneficiavam de um modelo arcaico e facilitador de acidentes no futuro.
    Falta aprimorar evidentemente, mas a mudança na formação realmente começou.

  23. Antenor Cirtoli escreveu:

    Revendo com mais transparencia o item 1.4 – “A monitoração da prática de pilotagem de motocicleta em via pública poderá ser executada pelo instrutor em outro veículo” , é tão insane que merece um processo no Ministério Público Federal, para análise de responsabilidade do CONTRAN.

    Como se pode colocar um condutor não habilitado em via pública, dependendo exclusivamente de seu comportamento e de seu equilíbrio sem qualquer controle do instrutor?

  24. Êrica Nickel escreveu:

    Olá a todos

    EStou realmente adorando a participação de todos! Esse é o objetivo do Blog, levantar a polêmica, discutir o assunto com a sociedade, olhar o problema sobre angulas diferentes. Assim o problema toma a dimensão necessária para as mudanças.
    Acredito que nenhuma mudança acontece sem que haja uma movimentação de idéias e atitudes das pessoas.
    Estamos começando este processo ao discutir o assunto!

    Continuem participando!
    Abraços

  25. Êrica Nickel escreveu:

    Olá Elton, Simone e Antonio Carlos

    Vi uma reportagem aqui no Paraná, onde um dos responsáveis de uma Ciretran informou que o teste prático não mudaria.
    Isso é um absurdo!
    Cadê o envolvimento dos órgãos de trânsito no processo de mudança?
    A categoria de instrutores e donos de CFCs precisam se unir para que as mudanças ocorram e exigir o posicionamento dos DETRANS e CIRETRANs no processo.
    Afinal, de que adianta mudar o processo, se a avaliação/exames continua sendo uma piada?
    De novo: cada um precisa fazer a sua parte.

    Aguardo seus comentários.

  26. Êrica Nickel escreveu:

    Olá Antonio Marcos

    A realidade que você está mostrando das condições de trabalho dos instrutores é realmente preocupante! Você tem razão em reclamar.
    Para mim este problema não é só de Detran, mas “trabalhista” e, principalmente de competência.
    Esse “estilo” de administração de empresa já está, há muito tempo, ultrapassado. O administrador precisa se atualizar. Não é desta forma que uma empresa tem sucesso: tratando assim seus instrutores.

    continue participando.

  27. Adriana Amaro escreveu:

    Olá, Erica!Adoro o Portal. Sou Educadora de Trânsito, proprietária de CFC, instrutora, sou graduada na área de educação, fiz psicopedagogia e hoje curso direito, adoro meu trabalho. Sempre faço críticas a falta de programas e políticas defenidas para nossa área, os CFCs precisam funcionar como escolas, planejando as aulas, capacitação para instrutores, avaliação de resultados, acompanhamento de tudo pelos órgãos. O que existe é um grande distanciamente sobre essa realidade por parte de governos e sociedade. As pessoas buscam o CFC somente em busca do documento, existe exceções, os órgão não fiscalizam nem orienta CFCs, inclusive digo ao Fabio Carneiro, que nas Campanhas de Trânsito, promovida por muitos estados e municípios os CFCs são esquecidos. Os CFCs são as instituições que formam condutores, então precisam de parcerias fortes com os órgão de trânsito, podem contribuirem com informações e órgãos orientá-los e procurar criar médidas práticas e pedagógicas com objetivos de melhorarmos o processo de formação. Vejo muitas ações sem sentidos e comentários hipócritas, acho que no momento precisamos nos unir e mudarmos de caminho, darmos as mãos em busca do mesmo objetivo. Quanto a resolução 285, acho que precisavamos de muitas mudanças, vejo resistência, mas o tempo e boas ações devem superá-la. Agora quero lembrar aos leitores que o motorista se tornará experiente com o tempo, o recem habilitado sente-se inseguro, e que a carga horária é realmente insuficiente para prepará-lo num universo de informações sobre como dirigir e se agir diante de tantas situações, mas o BOM CONDUTOR deve ser prudente, burcar conhecimentos e respeitar as normas, isso ajudaria bastante a reduzir as tragédias que vemos e lemos. Quero salientar , que apesar dos obstáculos e dificuldades, temos que fazer a nossa parte com responsabilidade, não podemos ignorar o que estar diante dos olhos. Concluindo, ressalto: PRECISAMOS MUDAR NOSSAS AÇÕES, ENCARAR O ENSINO COM SERIEDADE E RESPONSABILIDADE, NOS AUXILIANDO DAS CIÊNCIAS E EM PARCERIAS SÉRIAS COM OS ÓRGÃO COMPETENTES. DEIXEMOS DE HIPROCESIA E TROCAS DE ACUSAÇÕES, FAÇAMOS ALGO DE CONCRETO PARA SALVAR VIDAS!!!!!

  28. Êrica Nickel escreveu:

    Olá Ari

    É engraçado observar as pessoas reclamando da violência no trânsito, dos acidentes, mas na hora que o instrutor diz que a pessoa precisa de mais aulas, daí a conversa muda!

    Obrigada por participar.

  29. Êrica Nickel escreveu:

    Olá Antenor

    A tua preocupaçaõ é muito válida.
    Agora imagine este mesmo aprendiz sair ás ruas com a habilitação na mão e sem habilidade suficiente…não vai ter instrutor atrás para socorrer.
    Por isso que o aprendiz de moto só pode sair às ruas quando estiver “praticamente” pronto para a habilitação.
    Continue participando.

  30. Marcello M. Mariano escreveu:

    Fala sério! Qual instrutor em sua sã consciencia irá enfrentar uma rodovia – aqui temos a BR-040 campeã em acidentes e MG-424 campeã em transporte de gusa inclusive gusa líquido – tendo apenas um freio e uma embreagem à sua disposição!

  31. Fabio Carneiro escreveu:

    Adriana, aqui no estado de MS, mas precisamente na cidade de Dourados os CFC não participam porque não querem, é como eu falei em outra oportunidade, apartir do momento que o dono do CFC deixar de pensar no lado comercial e passar para o olhar educativo com certeza as mudanças ocorreram dentro do processo de aprendizagem. Agora os instrutores também precisam mudar, quantos e quantos instrutores “práticos” não sabem nem quantos artigos tem o CTB, falo “prático”, porque aqui se tem o pensamento que o instrutor que ministras as aulas práticas, não se importam com a teoria, belo ABSURDO NÉ!, quantos instrutores fazem cursos e treinamentos, participam de seminários a nível de Brasil?? Falar em mudança é fácil, mudar que é o X da questão, mas oncordo com você que o processo é lento, o recem habilitado não tem experiência, o que é necessário é ele receber treinamento para ter consciência que de início será um condutor imperíto.

    Att.

  32. Fabio Carneiro escreveu:

    Marcelo, só tem essas duas rodovias aí para que se possa desenvolver as aulas práticas?

    Att.

  33. Reginaldo escreveu:

    Concordo com os colegas que escreveram: FÁBIO CARNEIRO “senhores do asfalto”, o MARCELO M. MARIANO “na rodovia, apenas com embreagem e freio”, sobre o depoimento da colega VANILDA “A verdade que o brasileiro não pensa aprender a dirigir”.
    Prezados colegas, além de outras, a sociedade se esquece de mais uma coisa: que recebemos o aluno com muitas, muitas horas/aula de Matemática, Português, Geografia, História, Filosofia, Tecnologia da Informação…enfim, tantas horas quanto sejam necessárias para aprender a tocar fogo na escola, espancar outros alunos e professores.
    Então não há porque cobrar SOMENTE do instrutor que o recém habilitado tenha EDUCAÇÃO NO TRÂNSITO, como os colegas sabem, ESTA EDUCAÇÃO depende da formação em CIDADANIA, da estrutura familiar, da índole do indivíduo, ou seja, inúmeros fatores que não competem ao instrutor.
    Ao colega ANTONIO MARCOS BATISTA, que escreveu sábias palavras… além de tudo isso, ainda há quem se de o trabalho, de postar desaforos e críticas ao trabalho de pessoas que nem conhecem.
    Aos colegas que REALMENTE trabalham na instrução e, portanto, sabem o que falam, a estes colegas quero enviar o meu abraço. Sou Instrutor de Trânsito há onze anos e há 8 anos somente nas salas do curso técnico teórico.

  34. valdir escreveu:

    Sou instrutor formado pelo Detran/PE e muitas vezes tento fazer com que o aluno tenha mais horas/aulas e varios PAIS e CANDIDATOS A MOTORISTAS, apenas querem o que a lei determina 15 hrs aula prática. achando que é um gasto sem motivo e que depois de habilitado o pai,irmão ou amigo pode fazer esse trabalho sem gastar mais dinheiro. então, para quem olha de fora o trabalho do instrutor ou do cfc é que está sem qualidade. mais se o candidato está apto a prestar o exame o cfc ou o instrutor não pode negar o direito do aluno a fazer o exame. desde que tenha comprido com a carga horaria.

  35. Suzana escreveu:

    Olá
    Aos colegas que acham loucura ensinar em rodovias vai um recadinho……..”mudem de profissão pq não estão preocupados com a realidade do nosso trânsito e sim em acumular horas/aula, e muitos ao invés de se procupar com o ensino,simplesmente ficam pendurados no celular durante as aulas de direção…afinal o importante é entregar a PPD, só que esse mesmo aluno que faz tudo nas “cochas” um dia pode provocar um acidente e matar toda sua familia”
    O que me preocupa não são os candidatos a habilitação e sim esses PROFISSIONAIS que acham bonito ser instrutor,mas que não estão comprometidos ou não entendem a responsabilidade e a importância do nosso trabalho!

    Amo o que faço!
    Um grande abraço aos que realmente se procupam
    com o nosso trânsito!

    Suzana instrutor teórico-técnico.

  36. Êrica Nickel escreveu:

    Olá REginaldo

    Realmente, a educação de trânsito não está nos currículos das escolas, pois elas não foram preparadas para educar para a vida.
    Porém, isto não tira a responsabilidade de nós, instrutores, de fazermos o possível para formar bem os futuros motoristas. É ilusão pensarmos que todos os nossos alunos sairão dos cursos como condutores responsáveis. Sempre haverá as excessões.
    Não podemos desanimar!

    continue participando.

  37. Êrica Nickel escreveu:

    Olá Valdir

    Você tem razão, quem irá impedir o aluno de fazer o exame, se ele está apto para isto?
    O importante é que enquanto ele está aprendendo, que possa receber o máximo de informações e orientações sobre a direção segura. O resto vem com a experiência, não tem como fugir disto.
    Não podemos negligenciar o ensino.
    Obrigada pela sua participação.

  38. Êrica Nickel escreveu:

    Olá Suzana

    Em todas as profissões há os maus profissionais. Isso vale pra médicos, advogados, professores, etc… Mas estou muito satisfeita de ver tanta gente comprometida com o trabalho de educar para o trânsito, como muitos dos instrutores que se manifestaram aqui no Blog.
    Espero que os bons profissionais possam “contagiar” os que ainda não entenderam a importância da profissão de instrutor.

    Obrigada por participar.

  39. Antonio Marcos Batista escreveu:

    Oi Érica, gostaria de comentar também sobre as horas aula do aluno, principalmente de motocicletas.
    Os colegas instrutores já pararam para pensar um pouco o quanto o aluno sofre nas mãos dos CFCs? por exemplo: O código exige atualmente antes da resolução 285: 30 horas teóricas e 15 aulas práticas com duração de 50 minutos correto? Me diz qual CFC cumpre isso.
    Por exemplo aqui em Sorocaba, o local para treinamento de aulas de motocicleta do CFC que eu trabalho até o percurso leva de 15 a 20 minutos, ou seja o aluno só tem 10 minutos de aula é um absurdo! onde estão os direitos do aluno? ninguém pensou nisso? onde que se diz 15 aulas práticas se calcularmos dessa forma o aluno faz entre 11 e 12 aulas apenas! Na prova escrita deveria ser de 50 minutos e por aqui é 40 minutos! isso também serve para as provas eletrônicas onde os alunos fazem provas de renovação e reciclagem! 40 minutos onde vai os 10 minutos que faltam para ops 50 minutos de prova? Eu não sei onde vamos parar se continuar assim! Não tem que mudar as leis, e sim alguns diretores que elaboram as mesmas. O estado de São Paulo existe muitos diretores com intenção de mudar isso mas a maioria só quer complicar! Onde já se viu colocar delegados que estão acostumados a prender ladrões de carros, bancos, traficantes etc. em um cargo onde se exige o conhecimento das leis de trânsito? tá tudo errado e vai continuar desse jeito se nós instrutores e proprietários de CFCs que realmente gostaria de ver um trânsito mais seguro para nós e nossa família.
    É muito bom estar participando, gostaria de ouvir a opinião dos colegas, essa discussão tem que ir para frente é uma pena que muitos não sabem desse blog.
    Abraço.
    Antonio Marcos.

  40. Antonio Marcos Batista escreveu:

    Gostaria de aproveitar e deixar meu número de telefone:
    (15) 9119-4897.
    Se algum colega quiser entrar em contato para discutirmos sobre o assunto seja onde for eu pego minha motocicleta e terei o maior prazer de conhecer pessoalmente pessoas que realmente querem mudar ou tentar mudar isso que está acontecendo no nosso trânsito.
    Antonio Marcos.

  41. Êrica Nickel escreveu:

    Olá Antonio Marcos

    Você tem razão de fazer uma crítica ao tempo de aula. Aí na sua cidade isso precisa ser revisto. Mas isto não acontece em todos os lugares, ainda bem. Em muitas auto-escolas a pista é dentro do próprio pátio do CFC.
    Quanto ao direito do consumidor, é uma pena que as pessoas ainda são mal informadas, pois se conhecessem seus direitos exigiram outro comportamento dos CFCs.
    Aproveitando a sua deixa, divulge o Blog para que mais pessoas possam participar, ler, informar-se, etc.

    Continue participando.

  42. Antonio Marcos Batista escreveu:

    Érica, eu rodei por 26 Estados, e pode acreditar na maioria dos Estados as aulas é dessa maneira, principalmente na região Norte, para se ter uma idéia, em algumas cidades do Para e Maranhão é proibido o uso de capacete! Os alunos não são respeitados.
    O interesse das auto escolas superam a qualidade de ensino, eles preferem quantidade do que qualidade, infelizmente alguns pais de alunos seguem o mesmo nivel de raciocínio. Vc soube de algum pai que realmente se preocupa com a qualidade de ensino do filho nas auto escolas? Será que algum pai chegou para o filho e perguntou como foi sua aula hoje?
    ÉRICA – ANALISE E DIGA ME QUE NÃO TENHO RAZÃO.
    Abraço.
    Antonio Marcos.

  43. Luciano escreveu:

    Ola pessoal, gostaria de compartilhar com voces minha experiência, já ha algum tempo faço aulas de rodovia para alunos que acabaram de se habilitar, trata-se de um mercado bem interessante, para esta aula costumo utilizar os conceitos defensivos de forças, posicionamento nas curvas e etc. Acho que está é uma lacuna que existia na Lei de trânsito, e cabe a nós os profissionais sérios cuidarmos da aprendizagem qualitativa de nossos alunos, abraços e parabéns pelo blog!!!!!!!!!!

  44. PAULO BENITES escreveu:

    QUE MARAVILHA VER QUE AS PESSOAS SE INTERESSARAM REALMENTE PELO ASSUNTO,MEU NOME É PAULO BENITES,SOU PRESIDENTE DO SINDICATO DOS INSTRUTORES DE TRÂNSITO DE MATO GROSSO DO SUL,E FUI EU QUE INICIEI A NÍVEL DE BRASIL,MOVIMENTANDO TODOS OS SINDICATOS DE INSTRUTORES DE TRÂNSITO EM TODOS OS ESTADOS QUE O POSSUI,CHAMANDO A ATENÇÃO PARA O ÍTEM DA RESOLUÇÃO 285,EM QUE DIZ QUE O INSTRUTOR DE TRÂNSITO,ATENTEM PARA O DETALHE,”PODERÁ MONITORAR O ALUNO EM OUTRO VEÍCULO”,POIS BEM,EU GOSTARIA QUE ALGUÉM ME DIGA,QUAL A AUTO ESCOLA QUE VAI DISPONIBILIZAR DUAS MOTOCICLETAS PARA UM MESMO ALUNO? SERIA SIMPLESMENTE INVIÁVEL! PARTINDO DESTE PRINCÍPIO,TEREMOS QUE ADMITIR QUE A MAIORIA DOS PROPRIETÁRIOS DE AUTO ESCOLA,OBRIGARIA AO INSTRUTOR A SUBIR NA GARUPA DA MOTO DO ALUNO E IR ARRISCAR SUA VIDA E A DO ALUNO E TAMBÉM A DE PEDESTRES,CICLISTAS,ETC. POR UM SALÁRIO MISERÁVEL,UMA CARGA DE TRABALHO ESTRESSANTE,SEM GARANTIA DE EM CASO DE ACIDENTE,SE SOBREVIVER,DE CONTINUAR RECEBENDO SEU SALÁRIO INTEGRAL,PORQUE SE FOR SOBREVIVER SÓ DO SALÁRIO PAGO PELO I.N.S.S,PASSARÁ FOME COM SUA FAMILIA,NÓS NÃO TEMOS SEGURO DE VIDA.AQUI EM MEU ESTADO,NÓS JÁ TIVEMOS DOIS ACIDENTES FATAIS,EM QUE MORRERAM A ALUNA E A INSTRUTORA,E SUAS FAMÍLIAS E FILHOS,FICARAM COMPLETAMENTE DESAMPARADOS,PORQUE TRABALHAM SEM REGISTRO EM CARTEIRA,OU SEJA,NÃO EXISTEM PARA A JUSTIÇA TRABALHISTA,TEMOS TEMBÉM 19 INSTRUTORES INUTILIZADOS PROFISSIONALMENTE,POR CONTA DE TEREM FICADO COM SEQUELAS GRAVES,OU SEJA ALEIJADOS MESMOS,SEM QUE OS PROPRIETÁRIOS DE AUTO ESCOLAS AJUDEM PELO MENOS NA ALIMENTAÇÃO DOS MESMOS…! AGORA EU PERGUNTO,OS QUE CHAMARAM OS INSTRUTORES DE INCOMPETENTES,COMO A ÉRIKA LÁ EM CIMA,VOCES ACHAM JUSTO ESTA SITUAÇÃO?
    NÓS NÃO QUESTIONAMOS QUE SERÁ MUITO BOM COLOCAR OS ALUNOS EM SITUAÇÃO REAL DE TRÂNSITO,QUESTIONAMOS SIM A SEGURANÇA DOS NOSSOS PROFISSIONAIS.NÓS FIZEMOS UMA REUNIÃO EM BELO HORIZONTE,COM A MAIORIA DOS PRESIDENTES DE SINDICATOS DE INSTRUTORES DE VÁRIOS ESTADOS DO BRASIL,ONDE PRODUZIMOS UM DOCUMENTO,ONDE PEDIMOS A MUDANÇA NA REDAÇÃO FINAL DA RESOLUÇÃO 285,ONDE DIZ QUE O INSTRUTOR “PODERÁ”MONITORAR O ALUNO EM OUTRO VEÍCULO,FOSSE REDIGIDO “DEVERÁ”,POIS PASSARIA A SER OBRIGATÓRIO QUE O INSTRUTOR FOSSE REALMENTE EM OUTRO VEÍCULO.QUANTO A LEGALIDADE DA RESOLUÇÃO,VOU LEMBRA-LOS QUE A QUE ESTÁ VIGORANDO ATUALMENTE É A RES.168,DO CONTRAN,ONDE TAMBÉM DIZ QUE AS AULAS EM VEÍCULO DE DUAS RODAS,ALÉM DA PISTA BALIZADA,TERÁ QUE TER OBRIGATÓRIAMENTE AULAS DE PERCURSO,EM PISTA FECHADA,ONDE TENHA QUE TER TODOS OS COMPONENTES DE UMA VIA ABERTA AO TRANSITO,COISA QUE EXISTE EM POUCAS CIDADES,COMO AQUI EM CAMPO GRANDE,AGORA NOTEM O ABSURDO,BRASILIA,BELO HORIZONTE,SÃO PAULO,RIO DE JANEIRO,SALVADOR,PORTO ALEGRE E NA MAIORIA DAS CIDADES DO BRASIL,ISTO NÃO É EXECUTADO PELOS DETRANS,COM OS CANDIDATOS A CNH,FAZENDO AULAS E EXAME APENAS NA PISTA BALIZADA,USANDO APENAS A PRIMEIRA MARCHA,SEM TER DOMINIO DO VEICULO,POIS APRENDEU APENAS COMO FAZER O EXAME E PASSAR,E OS DETRANS,HABILITAM ESSAS PESSOAS,COLOCANDO NO TRANSITO,CONDUTORES QUE NÃO TEM A MÍNIMA CONDIÇÃO,DE ENTRAR EM NOSSO TRÂNSITO.ENTÃO A CULPA NÃO É DOS INSTRUTORES E SIM DOS DETRANS,QUE NÃO DÃO CONDIÇÕES PARA SE FAZER AULAS E EXAMES,CONFORME EXIGE A RESOLUÇÃO EM VIGOR,E NÃO FISCALIZA A EXECUÇÃO DA LEGISLAÇÃO.AGORA EU DESAFIO O INSTRUTOR RONIÉRI DE SOUZA,DE PARANAÍBA/MS,JÁ QUE ELE É TÃO A FAVOR DE SE MINISTRAR AULAS DE MOTO EM VIA DE TRÂNSITO ABERTO,A VIR DAR AULAS DE MOTO AQUI EM CAMPO GRANDE,ONDE É CONSIDERADO O PIOR TRANSITO DO BRASIL,SENTADO NA GARUPA DO ALUNO,E SOBREVIVER A UM DIA DE AULA APENAS.EU PAGO AS PASSAGENS,A ESTADIA E TAMBÉM O FUNERAL,OK RONIÉRI?
    ABRAÇOS A TODOS E VALEU PELO INTERESSE NA QUESTÃO.
    DEIXO AQUI MEUS CONTATOS:
    EMIAL- SINDIFMS@HOTMAIL.COM
    TELEFONES (67) 3383-4315
    CELULAR:
    (67) 8418-7617
    PAULO BENITES
    SINDIF/MS
    PRESIDENTE

  45. randson escreveu:

    ei gente vou viajar de moto, quero saber se os guardas me pararem e verem minha permissao para dirigir… eu perco ela ou nao? ( recebi a minha no dia 11/12/2008).

  46. Adriana escreveu:

    EU ACREDITO QUE DAR AULAS NAS RODOVIAS VAI ALÉM DA COPETÊNCIA DO INSTRUTOR,DIGO ISSO POR EXPERIÊNCIA PRÓPRIA ,SOU INSTUTORA PRÁTICA E SEI COMO É O COTIDIANO DE TODOS OS INSTRUTORES,SEI TAMBÉM QUE NÃO DEPENDE SÓ DE NÒS EXISTEM MAIS PESSOAS ENVOLVIDAS COMO POR EXEMPLO PESSOAS JÁ HABILITADAS QUE NÃO TEM PACIÊNCIA E NEM ESTRUTURA PISICOLÓGIA PARA TEREM A SUA CNH. SE NAS VIAS URBANAS JÁ É COMPLICADO ENSINAR A DIRIGIR, IMAGINE COMO SERIA LEVAR O ALUNO PARA UMA RODOVIA, ONDE A VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA É 110 KM/H E AS PESSOAS USAM ESSA VELOCIDADE COMO A MINIMA. E COM RELAÇÃO AO QUE FOI COMENTADO QUE O INSTRUTOR DEVE PEDIR MAIS AULAS PARA SÓ LEVAR OU LIBERAR O ALUNO QDO ELE ESTÁ PREPARADO É RELATIVO POIS NÃO HA NADA NO CTB QUE NOS DE ESSA AUTORIDADE, NÓS INDICAMOS AULAS PRÁTICAS E DIZEMOS QUE O ALUNO NÃO ESTÁ PREPARADO O ALUNO FAZ MAIS AULAS SE QUISER NÃO TEMOS COMO OBRIGA-LO. ENTÃO ACREDITO QUE MUITAS COISAS DEVEM SER MUDADAS ANTES !

  47. Romildo escreveu:

    Olá, mor nO Recife e gostaria de saber se a auto escola pode ensinar um aluno de primeira habilitação no transito real…por favor mandem a resposta para o meu e-mail…

  48. Romildo escreveu:

    AQUI MEU E-MAIL

  49. Romildo escreveu:

    romildo_9@hotmail.com

  50. Dário Coelho Instrutor Osasco escreveu:

    Bom dia, em primeiro lugar fico muito feliz em colocar em pauta alguma coisa de interesse profissional e social e que se coloca em primeiro lugar uma melhor formaçao do condutor.
    Sou intrutor de prática veícular e tenho plena convicção de que em Osasco os instrutores se empenham para desenvolver um bom aproveitamneto do candidato nas aulas práticas, em todas as categorias.
    Tendo em vista esse empenho, fico chateado quando vejo pessoas tentando desqualificar nosso trabalho. Quem trabalha na area sabe do que eu estou falando, fazemos de tudo para lecionar com qualidade e responsabilidade social, mas o próprio sistema se encarrega de atrapalhar. Epero que se consoliidar essa lei, os candidatos comecem a entender quando julgamos necessário mais aulas.

  51. neumannn escreveu:

    olá,só para participar dessa polêmica,sobre a forma ministrar aulas e formar condutores.em primeiro lugar da maneira alguns cfcs andam contrando instrutores com experencia nenhuma,apenas fazem o cursinho e boa,como ñ tem experencia pagam uma mixaria.isso acaba refletindo la na frete em condutores mal formados.se o instrutor tive qualidade ele ñ vai c preucupar a lei 185,por q ja tem bastante gente curtindo uma rodovias sem problema algum e sobre as aulas de moto tudo é questão d c adaptar.e outra os candidatos q vem para tirar a habilitação,vem para os cfcs na cabeça q vão fazer as 15 ou20 aulas praticas e vão fazer o teste , passar e vão sair andando pelo brasil a fora.essas coisas tem mudar, pra c forma um professor,enfermeiro,arquiteto,etc é necessario 4 anos (2 mil horas )so d tèorico e um condutor 17 horinas nem um dia, isso é uma vergonha,e o instrutor ñ tem nenhuma chance d questionar nos exames.

  52. beatriz escreveu:

    Sim concordo que aprendemos a passar nas provar é não a andar no transito.Mais tambem gostaria de fazer uma pergunta uma pessoa paga varias aulas alem da que eles pedem roda e fica por isso mesmo não temos direito algum é horrivel isso.E eles rodam varias vezes sem piedade e sem se dar de conta que só ele ganham com nos reprovar. Quais são os nossos direitos se estamos pagando muito caro por essas aulas e muitas vezes sem sucesso nenhum,por favor me respondam , eu por exemplo vou fazer 39 aulas e não aceito rodar acho um absurdo eu perder todo esse dinheiro ou ser reprovada e pagar mais ainda, é isso obrigado bjs . não me deixem sem resposta dos meu direitos !

  53. Sidiomar - Instrutor Teórico/Prático escreveu:

    Existe uma grande dificuldade em ensinar uma pessoa que nunca teve experiência com o veículo a dirigir, porém, a dificuldade maior e que infelizmente não compete a nós instrutores é educar os motoristas veteranos para que não ultrapassem o direito dos alunos no que diz respeito a aprendizagem. Ontem eu estava dando aula prática para uma aluna que apresentava bastante dificuldade e um motorista, imagino eu que “velho” de habilitação, passou e gritou de seu veículo que ali não era lugar nem dia para aprender; agora eu me pergunto quem é um cidadão como esse que tem a capacidade de olhar apenas pa seu próprio umbigo, certamente não foi em um CFC que ele aprendeu a ser desumano e se comportar como animal no trânsito; como instrutor tenho sim condições de ministrar excelentes aulas em rodovias, BRs, áreas urbanas, enfim, onde tiver tráfego de veículos nas situações mais variadas o aluno deve passar. deve conhecer e eu o levo. na minha opinião não formo um aluno apenas para um simples teste teórico ou prático, minha obrigação enquanto educador e instrutor é educar o condutor para a vida.

  54. Fabiane escreveu:

    Gostaria de saber quantas vezes tenho direito de fazer o exame prático antes de terminar meu processo?
    E se a auto escola me der oportunidade uma unica vez se eu posso exigir que ela me reenbolse o valor wue eu paguei?
    obrigada

  55. vanderlei escreveu:

    Bom dia.
    Os colegas tem toda a razão em dizer,que nossa profisão ainda é desclasificada,por que as vezes nos mesmos instrutores,damos essa brexas,por que não reividicamos nossos direitos,mtos trabalha,somente por dinheiro,fazem um cursinho de poucas horas,e não se preucupa em formar bons motorista.
    O que fazemos,filiarmos ao sindicatos e cobrar nossos direitos,e denunciarmos aqueles int/rs que não é qualificado.
    Se não vamos sempre estar convivendo com um transito pésimo e pessoas despreparadas.

  56. giovanni marçal escreveu:

    Temos regras trabalhistas que deveriam proporcionar melhores condições de trabalho, mas passam sem seu devido cumprimento, pois fica um jogo de empurra e o lado mais fraco sempre é punido, nesse caso os alunos e os instrutores

  57. Alexandre.Nobrega escreveu:

    Boa Noite a todos…
    Sou Instrutor de aulas praticas,sendo assim como mtos ai em cima já falarão,como o senhor”Paulo Benites”,aqui em São Paulo para c ter uma Auto-Escola,temos que possuir Dois automoveis e Duas motos então d para fazer sim este acompanhamento do aluno,mas sera que os mesmos pagariam por este serviço,sou totalmente a favor.Mas na categoria B são 20 aulas praticas,e dentro destas memas eu divido elas em 3 modulos,sendo 2 aulas de mecanica basica,instrumentos,painel,o quanto a posição de ajustes de banco é importante para o motorista em caso de colisão,11 aulas de trânsito,RUAS,AVENIDAS e RODOVIAS,mas porem já fui parado por PM rodoviarios e tive de escutar poucas e boas,porque eles dizem que a LDV não serve para rodar em rodovias e 7 aulas voltadas para o exame.Mas o CTB deveria ser mais explicito em seus artigos,todo dia sai resoluçõens que vetão outras e portarias e etc……
    Que dizer o aluno tem que praticar 16 aulas diurnas e 4 noturnas,então eles não podem tirar a sua habilitação c não chover,condiçõens adversas.
    Trabalho 13:00 horas dia e ainda sou taxado como ruim por alguns.
    Quando os Politicos adotarem como “Lei” de CFCs em escolas infatil,ensino medio e fundamental tudo isto vai mudar.
    Abraços a tdos q escreveram.
    (11)(7741-9297)Alexandre.

  58. nonato escreveu:

    Instrutor é profissao de filho da puta, o cara nunca cresce na emprêsa e por mais que faça nunca é valorizado pelo patrao , na verdade é um escravo de roupa limpa, e o pior é que quando entra na profissao leva tanto azar que pra sair é poblema. INSTRUTOR E MERDA TA NO MESMO PATAMAR, os caras são humilhados até pelos os corruptos do DETRAN.

  59. Mauro escreveu:

    Instrutor recebe muito pouco e precisa fazer uma luta junto com seus colegas (seu iguais) e a união de qualquer tebalhador chama-se sindicato, quem sabe me dize se nosso sindicato é comabativo ou é pelego? Moro em Registro-SP

  60. moacir de araujo escreveu:

    Estou de acordo com aulas em vias publicas porque sou instrutor e ja aplico isso e meus alunos são diferenciados da maioria das autos escolas onde tem instrutores despreparados não sabem o que é certo para o transito do dia dia, são leigos quanto ao conhecimento do mecanismo do veiculo, não aplica nem 10% do que aprende no Detran e se aprende logo desaprende porque se juntam com outros que não querem nada com o ensinamento so querem ficar brincando e atormentando alunas (acediando as) acho que deveria ter uma reciclagem muito seria e afastar os maus feitores dessa massa que a cada dia faz com que mai e mais acidentes acontecem e cai nas mãos dos convenios e sus para atender pessoas acidentadas no transito. estou disposto a discutir esse problema ate com o diretor do Detran se for possivel.

  61. airton escreveu:

    sou instrutor e concordo com meu colega moacir
    nós devemos levar nossos alunos para rodovia.Só assim eles veram como funciona o trânsito.

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