Arquivos de fevereiro, 2008

A União faz a força

quarta-feira, fevereiro 27th, 2008

Eu poderia escrever esta semana sobre as novas resoluções – relativas a exames mais rígidos e prazo para emplacamento de veículo novo. Porém deixei este assunto para a Elaine Sizilo ou talvez a Ana Cristina, especialistas em legislação de trânsito, porque pensei muito sobre a repercussão da Resolução 265 do Contran. Eu sei que parece um assunto repetitivo, mas acredito ser importante destacar um fato que está me preocupando.

Não quero levantar polêmicas e nem ser mal interpretada, mas desde que a Resolução possibilitou inserir educação de trânsito no ensino médio, os representantes de CFCs foram os primeiros a falar: “Ihhhh, isso não vai dar certo…” Não quero entrar no mérito de discutir se a lei vai pegar ou não, mas o que me chama atenção é o fato de que precisamos unir forças para combater esse mal – o trânsito – e parece que as pessoas não estão muito dispostas a isso.

Falta muita coisa na legislação para que os cursos de formação de condutores sejam eficientes, mas está nas mãos dos próprios CFCs fazer algo diferente. É óbvio que a grande maioria, principalmente aqueles que participam ativamente do nosso blog, já pensam diferente dos demais, pois têm instrutores extremamente preparados e estão realmente preocupados com a educação e a formação desse cidadão. Porém a realidade no Brasil, e muitos sabem disso, são CFCs que abrem mão de “ensinar” para ter mais benefícios financeiros (material didático de qualidade duvidosa, venda de certificados de conclusão de horas/aula, etc…)

O recado que eu gostaria de passar é que talvez unindo essas duas vertentes, as escolas e os CFCs - com toda a experiência que têm- tenhamos um resultado significativo na formação dos nossos jovens. Temos que continuar nessa luta. Até a semana que vem!

De quem é a culpa?

terça-feira, fevereiro 26th, 2008

Todos os dias nos noticiários do Brasil e do mundo presenciamos perdas de vidas e devastação do meio ambiente. Vidas, muitas vezes de inocentes, retiradas por motoristas imprudentes. Por que nós, seres humanos racionais, nos comportamos de forma tão primitiva quando estamos dentro de um automóvel? E o meio ambiente, por que necessitamos destruí-lo?

A valoração da vida deve iniciar desde a infância. Ao ensinar seu filho, sobrinho, primo que não deve matar aquela formiga ou minhoca (por exemplo) porque são animais que fazem parte de um ecossistema, você vai, aos poucos, construindo um comportamento de valorização da vida. E quando eles estiverem brincando de corrida e você fizer uma analogia, explicando que existem leis de trânsito e devemos respeitá-las, estará reforçando, também, a preservação da vida.

A Terra possui a capacidade de regenerar-se naturalmente quando exposta a algum fenômeno natural, nós é que prejudicamos esta regeneração. E o trânsito só piorou com o excesso de carros nas ruas porque os centros urbanos não foram projetados para esta explosão de automóveis. Mas, de quem é a culpa? Muitas vezes acusamos os políticos, a legislação, os motoristas e tantos outros órgãos responsáveis pela fiscalização do trânsito e meio ambiente. Será que a solução está simplesmente em encontrar um culpado?

Então, vamos pensar diferente! Se pararmos de procurar um culpado e refletirmos em nossas próprias atitudes, será que não podemos mudar estas estatísticas? Acredito que sim! Porque, no mínimo, temos consciência da importância da vida dos nossos familiares e amigos, e sabemos que o Planeta Terra é a nossa casa. Portanto, as mudanças devem ter início em nós mesmos, com conscientização e educação no trânsito e meio ambiente, porque só assim diminuiremos as agressões sofridas por todos atualmente.

Aguardo sua opinião e até o próximo blog.

Educação de trânsito: sobra boa-vontade e faltam condições!

segunda-feira, fevereiro 25th, 2008

Não posso deixar de comentar a rica experiência que tive semana passada com a capacitação de professores no interior de Minas Gerais, sobre como trabalhar com educação de trânsito com crianças.

A primeira coisa que pude perceber naqueles professores foi o alto nível de consciência a respeito do que é trânsito e de como é urgente a realização de ações concretas nesta área, principalmente direcionadas às crianças. Digo isto porque as estatísticas mostram que 40% das crianças que morrem por causas externas no Brasil são vítimas de acidentes de trânsito.Uma segunda percepção foi a ansiedade destes professores por soluções palpáveis. Percebi que todos querem “fazer alguma coisa”, mas não têm as ferramentas adequadas. Qual a metodologia a utilizar? Como pessoas leigas em trânsito, no sentido técnico da palavra, poderiam ensinar às crianças e em que linguagem? Como fazer com que as crianças desenvolvam sua percepção de risco?

Numa das dinâmicas utilizadas nos cursos nós discutimos o que tem de pior e o que tem de melhor no trânsito. Em geral, os professores diziam que o que tem de melhor, mas que ainda não estava acontecendo, é a educação de trânsito. Em outras palavras “o que queremos que tenha de melhor no trânsito é a educação”. Via-se nitidamente em seus olhos a boa-vontade e a necessidade de soluções.

Senti que estamos no caminho certo, afinal grandes mudanças começam com pequenas atitudes, principalmente no ensino com as crianças. Acredito que quem espera mudar a realidade de hoje para amanhã acaba desistindo no meio do caminho ou nem começando coisa alguma diante da grandeza dos problemas. Afinal, desenvolver atitudes e valores deve ser encarado como um processo a médio e longo prazo. Ainda acredito que a educação é o caminho mais adequado para lidar com a violência no trânsito.

O que fazer para diminuir o número de veículos nas ruas?

sexta-feira, fevereiro 22nd, 2008

Há alguns dias, tenho pensado sobre o número de carros que circula pela cidade apenas com o motorista. Ouvimos diariamente sobre a violência do trânsito, acidentes e mortes, aumento da frota de veículos, mas pouco nos importamos com a quantidade de pessoas que trafega com seus carros sem levar nenhum passageiro.

Você já parou pra imaginar se fossemos mais racionais e, por exemplo, saíssemos de casa sempre levando alguém que também vai utilizar um carro? Será que conseguiríamos diminuir o número de veículos nas ruas e avenidas da cidade? Creio que sim!

Somos egoístas demais! Nos incomodamos em dar uma carona para o vizinho, em levar o filho dele para escola, não aceitamos pegar um colega na casa dele para evitar que use um carro (até porque o “folgado” pode aproveitar a carona e nunca ajudar na gasolina).

Criamos uma sociedade monstruosa. Estamos destruindo o planeta e inviabilizando o nosso próprio direito de ir e vir, porque preferimos as coisas do nosso jeito a tentar o diferente, que tire um pouco de nossa comodidade.

Já venho pensando em uma solução própria para este problema há algum tempo. E para começar, adotei a prática da carona há mais de 1 ano, e por incrível que pareça é muito bom. Uma por ter uma companhia para ir conversando durante o percurso e outra que me motiva a não chegar atrasada nos compromissos, afinal, não é bom deixar ninguém esperando, principalmente se esta pessoa te ajuda com a gasolina, não é mesmo?

Ontem mesmo na empresa onde trabalho precisamos nos deslocar para um local onde teríamos um evento e logo nos mobilizamos para oferecer caronas. Economizamos o custo do estacionamento, diminuímos o número de veículos transitando pelas vias e poupamos o meio ambiente quanto à poluição dos veículos e ainda nos divertimos muito dentro do carro. Essa é uma prática que muitas empresas poderiam estimular em seus funcionários.

Daí eu pergunto: Você já praticou a carona hoje?

Abraços e até a próxima publicação.

Serviços do Apontador.com (parte 04)

quinta-feira, fevereiro 21st, 2008

Oi pessoal, estou de volta.

Como prometido no post anterior, hoje falarei desses serviços do apontador:

Apontador mobile e Viagens de Moto

Apontador Mobile:

Conforme explicações do site do apontador:

Com o Apontador Mobile você pode ter serviços de mapas e rotas do Apontador em qualquer celular para localizar endereços, traça rotas para saber a distância que se deve andar adiante e o tempo gasto, além de poder verificar como estão os principais corredores de trânsito de São Paulo e Rio de Janeiro.

Existem dois tipos de serviço mobile oferecidos pelo apontador , o primeiro é o Apontador WAP:

Imagem do serviço do Apontador WAP

Serviço que pode ser utilizado pela conexão wap de celulares que tenham esse serviço.

O sistema é provido em conjunto com a Hands, e pode ser uma mão na roda para pessoas que desejam traçar rotas e encontrar endereços e não possuem nenhuma outra fonte de busca.

Já para aqueles que possuem celulares com tecnologia GSM com suporte a Java (J2ME), podem utilizar também o serviço do Apontador mobile GSM.

Imagem do serviço Apontador GSM

Este sistema é muito bom e de extrema utilidade, mas para sua utilização é necessário verificar os modelos de celulares que são compatíveis ao sistema, e verificar também a área de cobertura do sistema. Todas essas informações podem ser adquiridas neste link.

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Agora falarei do serviço do Apontador dedicado aos motociclistas de todo país, é o chamado Apontador Viagens de Moto.

Nesse sistema é possível escolher uma cidade de destino da viagem e poder obter informações sobre pontos turísticos, restaurantes, bares, casas noturnas e muito mais.

Locais turisitcos e informações sobre a cidade escolhida

É interessante também para aqueles fãs de motociclismos a possibilidade de encontrar no canto direito um mapa com informações e localizações sobre os Motoclubes da cidade escolhida, conforme podemos visualizar na imagem abaixo:

Imagem do Mapa com informações de motoclubes

Muito oportuno não é mesmo?

Bom, por hoje ficamos por aqui, no próximo post relatarei sobre um incrível serviço do apontador denominado como Navegador GPS, não percam, abraços e até mais!

Trânsito para os alunos do Ensino Médio

quarta-feira, fevereiro 20th, 2008

Não tenho como não falar sobre essa Resolução. Desde a semana passada em vigor, a 265/08 dispõe sobre a formação teórico-técnica do processo de habilitação de condutores de veículos automotores elétricos como atividade extracurricular no ensino médio e define os procedimentos para implementação nas escolas interessadas.

Essa é uma vitória para quem trabalha com educação de trânsito. É um primeiro passo, pois acredito mesmo na educação desde o ensino fundamental, pois desta forma não estaremos “tapando buracos” e sim formando cidadãos mais conscientes de suas responsabilidades, direitos e deveres.

Acredito que essa Resolução não entrará já em vigor, pois não sei se existe interesse e estrutura para que as escolas possam colocá-la em prática. Espero que sim e espero também que as auto-escolas se envolvam nesse processo, pois elas podem contribuir muito para que pelo menos essa nova geração seja formada corretamente. Em 90 horas/aula existe a possibilidade de se abordar temas que às vezes ficam de fora por falta de tempo. Vamos acompanhar para ver no que vai dar.

Até a semana que vem!

Protocolo de Kyoto

terça-feira, fevereiro 19th, 2008

A mudança climática é um desafio para a humanidade. Os impactos sobre o meio ambiente e a sociedade é de difícil controle e as primeiras discussões sobre isso ocorreram na Rio-92, culminando na criação da Convenção do Clima. O Brasil foi o primeiro a aderir e, posteriormente, foram realizadas várias Conferências das Partes (COP) para discutir a mudança climática.

No combate às causas das mudanças climáticas realizou-se em 1997, em Kyoto no Japão, a Terceira Conferência das Partes (COP 3), com representantes de 159 nações, que adotou um protocolo (Protocolo de Kyoto). Este protocolo é um tratado internacional que estabeleceu metas aos países desenvolvidos (industrializados) para a redução de emissão de gases que causam o efeito estufa. Para facilitar o cumprimento destas metas foram definidos três mecanismos: o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo - MDL (artigo 12), a Implementação Conjunta (artigo 6 do protocolo) e o Comércio das Emissões (artigo 17). Destes, apenas o MDL envolve a participação de países em desenvolvimento como o Brasil.

Para que o protocolo entrasse em vigor definiu-se que 55 países deveriam  apoiá-lo e, juntos, corresponderiam a 55% das emissões globais de gases de efeito estufa (GEEs). O protocolo propõe que países desenvolvidos reduzam cerca de 5,2% da emissão de gases poluentes até 2012 em relação aos níveis de 1990.

Este protocolo entrou em vigor em 16 de fevereiro de 2005 e os países envolvidos terão que colocar em prática os planos de redução destes gases entre 2008 e 2012. Os que não reduzirem as taxas terão dobradas suas metas de redução a partir de 2013.

E o Brasil, onde se encontra neste processo? No caso do nosso país, como não há altas taxas de emissão de poluentes que contribuem para o efeito estufa, a sua participação envolve o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). Isto significa que vendemos nosso excedente de ar não poluído, como se fosse uma moeda de troca. Ou seja, quem polui menos vende seus créditos para quem polui mais. Será que este mecanismo realmente contribui para a diminuição do efeito estufa ou é só uma maneira de continuar poluindo?

Aguardo sua opinião e até o próximo blog.

Nova Resolução: Formação de Condutores desde o Ensino Médio

segunda-feira, fevereiro 18th, 2008

Uma nova resolução do CONTRAN, a 265/07, divulgada recentemente na mídia, traz novidades para o processo de formação dos futuros condutores. Agora as escolas também poderão oferecer o curso teórico-técnico com uma carga horária de 90 horas/aula, distribuída nos dois ou três últimos anos do Ensino Médio.

O que me preocupa é que o principal foco desta Resolução está na formação do futuro condutor, trazendo uma visão unilateral de que trânsito refere-se apenas a automóveis e condutores.

Outra questão importante é que este curso teórico-técnico é opcional, portanto será uma “atividade extracurricular” na escola, ou seja, freqüenta quem quiser desde que esteja devidamente matriculado. A vantagem é que se a freqüência nesta atividade for de, no mínimo, 75% o futuro candidato a Habilitação não precisará cursar às 30 horas/aula teóricas na auto-escola. A Resolução também não estipula nenhum tipo de avaliação de aprendizagem para o aluno que freqüentar esta “atividade” o que é uma pena, pois como saber se o aluno aprendeu? Será que ele desenvolveu valores relativos ao seu comportamento seguro no trânsito?

Esta Resolução também deixa a entender que quem precisa preparar-se para o convívio no trânsito é somente o condutor, como se o pedestre não precisasse desenvolver conhecimentos e comportamentos a respeito da sua segurança neste ambiente. Afinal, todos participam dele seja como condutores, pedestres ou passageiros e TODOS estão sujeitos aos perigos que o trânsito apresenta.

Talvez a tentativa do CONTRAN seja a de minimizar as críticas de educadores quando afirmam que 30 horas/aula teóricas são insuficientes para formar um condutor e torná-lo um cidadão responsável na direção de um veículo. Porém a Resolução não estabelece pontos importantes para uma educação de trânsito de qualidade dentro de um contexto maior de convívio, respeito e segurança.

Quando se trata de educação para o trânsito ainda falta muito a ser feito e penso que ela deveria ser obrigatória no currículo escolar, para que os resultados fossem percebidos na diminuição das estatísticas de acidentes. Afinal, a morte de 50 mil pessoas anualmente no trânsito brasileiro é algo a ser tratado com o máximo de urgência e seriedade.

Falta de Respeito no Trânsito. Vale a Pena Discutir?

sexta-feira, fevereiro 15th, 2008

Quando comecei a pensar sobre o que escrever no Blog, confesso que veio vários assuntos, mas nenhum que me chamasse tanto a atenção. Então resolvi assistir ao Jornal Bom Dia Brasil, e eis que o assunto surge como uma inspiração. “Discussão de Trânsito na Via Dutra revela falta de respeito entre motoristas”.

Não me conformo que ainda existem pessoas com esse tipo de comportamento. Para mim é uma tremenda falta de respeito com o outro. Onde está o controle emocional? Será que só os problemas ou vontades individuais contam e devem ser respeitados? Podemos, para tanto, citar diversos fatores que podem alterar o comportamento humano no trânsito.

Precisamos pensar que ninguém está sozinho e as leis não foram feitas apenas para os outros, mas para cada um de nós. E que grande parte dos problemas de relacionamento humano no trânsito ocorre devido a uma série de fatores como estes:
• Egoísmo, que nada mais é que a falta de pensar em conjunto, onde só a própria pessoa é que conta e os outros não interessam.
• Falta de controle emocional, explosão súbita de raiva, e às vezes até de agressividade, por motivos irrelevantes.
• Falta de domínio aos impulsos indesejáveis, como dizer palavrões, fazer gestos obscenos, achar-se dono da rua.
• E por último, esse que tenho comentado em algumas publicações que é o descaso às normas e regulamentações, como se a legislação de trânsito fosse feita apenas para os outros e não para nós.

Vocês já devem ter se visto em situações como essas citadas acima, não é mesmo? Então eu recomendo a todos que reflitam sobre os seus comportamentos e analisem se vale a pena “agredir” outra pessoa só porque ela demorou um pouco para sair quando o sinal abriu, fez alguma “barbeiragem” sem conseqüências ou qualquer outra situação pequena que lhe deixa fora de controle.

Gente! O trânsito não foi feito para brigar e sim para circularmos livremente, sem receio de encontrar um louco jogando “pedras” em você.

Aguardo seus comentários.
Abraços e até a próxima publicação.

É Palhaçada!!!!!

terça-feira, fevereiro 12th, 2008

Hoje, quando fui escrever este blog não pude me conter e preciso falar desse assunto tão polêmico. “Eles” não se entendem! Estou me referindo a prorrogação do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) quanto aos itens obrigatórios previstos na Resolução 203/2006, que determina o uso de dispositivos refletivos de segurança no capacete e o selo de identificação do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial) para 1º de junho de 2008. Isto só comprova que as leis em nosso país são realizadas para não serem cumpridas.

Portanto, motociclistas, fiquem “tranqüilos” porque a obrigatoriedade dos dispositivos são somente para daqui a 3 meses!!! Será mesmo??? Pensem o quanto isto não influenciará na sua segurança!!!

A aprovação desta resolução em 2006 vinha ao encontro da necessidade de aumentar a segurança tanto de motociclista como dos seus passageiros. Mesmo porque muitos acidentes com motos ocorrem devido a falta de visibilidade, excesso de velocidade e, no caso de quedas, ainda tem o risco dos capacetes não suportarem os impactos. Por que será então, que fazem tanto “barulho” para criar uma determinação e depois simplesmente prorrogá-la?

É importante que os motociclistas mantenham a preocupação não apenas com seus bolsos, mas que continuem a busca por estas adequações, pois assim, estarão fazendo um bem a si próprio e a toda sua família.

Se você quiser saber mais sobre esta notícia acesse aqui.

Aguardo sua opinião e até o próximo blog.