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	<title>Blog do Trânsito</title>
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	<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 18:37:13 +0000</pubDate>
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		<title>Cadeirinhas em cintos abdominais – Capítulo final</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 18:36:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Czerwonka</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias de Trânsito]]></category>

		<category><![CDATA[cadeirinha]]></category>

		<category><![CDATA[cintos abdominais]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de muita especulação e polêmica, acabo de receber um e-mail oficial do Denatran sobre como ficará a situação das cadeirinhas em carros que possuem apenas o cinto abdominal no banco traseiro. Segue explicação na íntegra:
&#8220;O Contran modificará as regras em relação ao transporte de criança nos veículos que tenham exclusivamente cinto abdominal no banco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.blogdotransito.com.br/wp-content/uploads/2010/09/crianaa-na-cadeirinha-150x150.jpg" alt="sleeping in a car" width="150" height="150" class="alignleft size-thumbnail wp-image-743" />Depois de muita especulação e polêmica, acabo de receber um e-mail oficial do Denatran sobre como ficará a situação das cadeirinhas em carros que possuem apenas o cinto abdominal no banco traseiro. Segue explicação na íntegra:</p>
<p>&#8220;O Contran modificará as regras em relação ao transporte de criança nos veículos que tenham exclusivamente cinto abdominal no banco traseiro. Para esses veículos serão duas alterações:</p>
<p><strong>1° Será permitido o  transporte de criança no banco dianteiro (na frente)  desde que utilize  o equipamento correspondente a idade dela. (bebê-conforto, caderinha ou assento de elevação).</strong></p>
<p><strong>2° Será permitido o transporte de crianças com idade de 4 a 7 anos e meio utilizando apenas o cinto abdominal no banco traseiro sem a necessidade do assento de elevação.</strong></p>
<p>Lembramos que essas permissões serão apenas para os veículos que possuem somente o cinto abdominal no banco traseiro. A previsão é que a alteração seja publicada no Diário Oficial da União na próxima segunda-feira.&#8221;</p>
<p>Agora, com a situação mais clara para todos os envolvidos, vale lembrar: transportar a criança num sistema de retenção adequado ao peso e idade é a forma mais segura de levar a criança dentro de um veículo, seja ele o seu carro, o de um parente, o táxi ou a van escolar.</p>
<p>A multa nesse caso, deve ficar em segundo plano, o importante mesmo é que em caso de colisão a criança transportada adequadamente tem até 71% de chance a mais de sobreviver do que se estivesse solta, no colo, ou apenas com o cinto (quando não tem tamanho para isso). Lembre-se disso: exija sempre o melhor para o seu filho. A prevenção está em suas mãos.</p>
<p>Ahhh!!!! Bom feriado. Para aqueles que vão pegar a estrada, todo cuidado é pouco. Respeite as leis, a sinalização e o limite de velocidade. Até a próxima semana!</p>
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		<title>Cadeirinhas em cintos abdominais – Parte III</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 20:48:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Czerwonka</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias de Trânsito]]></category>

		<category><![CDATA[cadeirinha]]></category>

		<category><![CDATA[cintos abdominais]]></category>

		<category><![CDATA[cintos de dois pontos]]></category>

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		<description><![CDATA[Acabou de sair uma matéria no Estado de S. Paulo (leia aqui) dizendo que o assento de criança será dispensado para carro anterior a 98, por este não possuir cinto de três pontos atrás.
Segundo o Estadão, a nova lei de transporte de crianças com dispositivos de segurança, na faixa etária dos 4 aos 7 anos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabou de sair uma matéria no Estado de S. Paulo (<a href="http://www.estadao.com.br/noticias/geral,assento-de-crianca-e-dispensado-para-carro-anterior-a-98,603052,0.htm" target="_blank">leia aqui</a>) dizendo que o assento de criança será dispensado para carro anterior a 98, por este não possuir cinto de três pontos atrás.</p>
<p>Segundo o Estadão, a nova lei de transporte de crianças com dispositivos de segurança, na faixa etária dos 4 aos 7 anos e meio, não vai se aplicar aos veículos que possuem apenas cintos de segurança com apenas dois pontos, a maioria fabricada até 1998. A orientação é que não sejam aplicadas multas nesses casos, segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).</p>
<p>Conversei agora com a Assessoria de Imprensa do Denatran e eles me garantiram que não é bem assim. A Polícia Rodoviária Federal realmente usará essa prática em suas fiscalizações, porém não é um posicionamento oficial do Denatran. Quer dizer, os outros órgãos de trânsito podem cobrar o dispositivo, mesmo em cintos de dois pontos.</p>
<p>Extra-oficialmente o que se fala é que sairá uma Deliberação do Contran, liberando que pais que tenham veículos anteriores a 1998, transportem seus filhos –com sistema de retenção obrigatório (bebê conforto, cadeirinha ou assento) – no banco da frente, assim como ocorre com os veículos dotados apenas de bancos dianteiros.</p>
<p>Vamos aguardar para ver qual será o próximo capítulo. Esperamos que no final, as crianças não saiam perdendo&#8230;</p>
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		<title>Cadeirinhas em cintos abdominais – Parte II</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 13:53:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Czerwonka</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias de Trânsito]]></category>

		<category><![CDATA[cadeirinhas]]></category>

		<category><![CDATA[cintos abdominais]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse assunto continua polêmico ainda. Muitos ainda se perguntam o que fazer com carros que possuem atrás apenas cintos de dois pontos? Por enquanto, como o Contran ainda não se manifestou sobre o tema, e não há nada ao contrário, a regra das cadeirinhas vale para TODOS os veículos de passeio, os com cintos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse assunto continua polêmico ainda. Muitos ainda se perguntam o que fazer com carros que possuem atrás apenas cintos de dois pontos? Por enquanto, como o Contran ainda não se manifestou sobre o tema, e não há nada ao contrário, a regra das cadeirinhas vale para TODOS os veículos de passeio, os com cintos de três pontos e os com cintos de dois pontos.</p>
<p>Mesmo sabendo que não há resultados que comprovem a eficácia da cadeirinha em cintos abdominais, pois elas foram projetadas para cintos de três pontos, é obrigatório o uso do equipamento no veículo. Hoje saiu uma matéria muito interessante e esclarecedora sobre o assunto, que transcrevo na íntegra:</p>
<p><em>“O uso da cadeirinha para crianças em carros de passeio passa a ser obrigatório a partir desta quarta-feira. Entre as dúvidas mais frequentes está a questão do uso do equipamento em carros que possuam apenas cinto de segurança de dois pontos no banco de trás, ou seja, os mais antigos.</em></p>
<p><em>O Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) diz que, atualmente, não há cadeirinhas certificadas para esse tipo de cinto. “Quando o Inmetro desenvolveu os padrões de qualidade, já considerou que a cadeirinha só é segura para cinto de três pontos. <strong>O cinto de dois pontos, aliás, é proibido em grande parte do mundo”,</strong> afirma Gustavo Kuster, gerente da divisão de programas de avaliação da conformidade do Inmetro.</em></p>
<p><em>Em 1998, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) determinou que veículos produzidos a partir de janeiro de 1999 deveriam ter cinto de três pontos nos assentos dianteiros e nos assentos traseiros laterais. <strong>O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) explica que na época em que a Resolução 277, que trata do transporte de crianças, foi elaborada (maio de 2008), havia equipamentos no mercado que poderiam ser utilizados em cinto abdominal. Por isso, segundo o órgão, a norma não faz distinção em relação ao tipo de cinto ou idade do veículo. Ou seja, o motorista não pode ser multado por usar cadeirinha para cinto de dois pontos, ainda que sem certificação. Quem, no entanto, adquirir um equipamento não certificado não saberá se ele é efetivamente seguro.</strong></em></p>
<p><em>O engenheiro e proprietário da empresa de segurança veicular SLV Engenharia Automotiva, Fábio Viviani, alerta para o risco que a vida da criança corre. “Você pode até achar uma cadeirinha compatível, mas não saberá se ela é segura ou não. Isso é perigoso, porque em um acidente com o carro em uma velocidade de 30 km/h seu filho pode ser arremessado”, destaca.</em></p>
<p><em>A homologação depende da aprovação do dispositivo de segurança em rigorosos testes de impacto realizados em laboratórios na Holanda e na Itália – o Brasil não possui equipamento para este tipo de avaliação. “O teste é feito com bonecos cheios de sensores internos e externos, que avaliam se a cadeirinha realmente protege a criança em um forte impacto”, explica o gerente do Inmetro.</em></p>
<p><em>Como o crash test leva em consideração o deslocamento do corpo da criança, segundo o especialista, as cadeirinhas que utilizam o cinto de dois pontos como fixação não são aprovadas porque tronco e cabeça ficam sem sustentação. Segundo Fábio Viviani, o problema não está nas cadeirinhas, mas sim na renovação da frota.</em></p>
<p><em>“A média da idade da frota brasileira está acima de 15 anos. Um plano de renovação se discute desde 1996 e nada foi feito”, afirma. “Agora, no que se refere à segurança veicular, esta lei é um grande avanço no Brasil e não uma lei para vender cadeirinhas, como muita gente pensa”, ressalta o engenheiro.</em></p>
<p><em>De acordo com o empresário, já há fabricantes brasileiras com projetos em desenvolvimento de cadeirinhas seguras para cintos de dois pontos. Elas devem ser submetidas aos testes de homologação dentro de poucos meses. &#8220;Passarão pelos mesmos testes rigorosos que as cadeirinhas para cintos de três pontos passam. Não será fácil a aprovação”, afirma Gustavo Kuster, do Inmetro. <strong>Fonte: VNews</strong></em><em>”</em></p>
<p>Entendo, quando muitos dizem que é loucura sugerir a troca do carro, pois sabemos das dificuldades financeiras do nosso povo, mas é preciso que a verdade seja dita e que as pessoas saibam que seus filhos estão mais seguros num cinto de três pontos, quer dizer, qualquer pessoa está mais segura no cinto de três pontos do que no abdominal.</p>
<p>Segundo a assessoria de imprensa do Denatran, nada foi mudado na Resolução e eles estão orientando os pais a utilizarem os dispositivos mesmo em cintos de dois pontos, inclusive o assento de elevação.</p>
<p>Qualquer mudança nas regras, estarei atenta e divulgarei para vocês. Até o próximo post!</p>
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		<title>Contran atualiza normas de credenciamento de autoescolas e instrutores</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 12:41:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Czerwonka</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias de Trânsito]]></category>

		<category><![CDATA[autoescolas]]></category>

		<category><![CDATA[credenciamento]]></category>

		<category><![CDATA[Detran]]></category>

		<category><![CDATA[instrutores]]></category>

		<category><![CDATA[primeira habilitação]]></category>

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		<description><![CDATA[O Conselho Nacional de Trânsito publicou no dia 19, a Resolução 358, que trata do credenciamento de instituições destinadas ao processo de capacitação de candidatos, condutores e profissionais. A norma também atualiza as exigências para o exercício da atividade de instrutor, conforme regulamentou a Lei 12.302/2010.
Segundo a Lei 12.302, publicada em 2 de agosto, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Trânsito publicou no dia 19, a Resolução 358, que trata do credenciamento de instituições destinadas ao processo de capacitação de candidatos, condutores e profissionais. A norma também atualiza as exigências para o exercício da atividade de instrutor, conforme regulamentou a Lei 12.302/2010.</p>
<p>Segundo a Lei 12.302, publicada em 2 de agosto, o instrutor de trânsito deve ter no mínimo 21 anos de idade, dois anos de habilitação e um ano na categoria “D” – o que tem provocado bastante polêmica-, ter concluído o ensino médio, não ter sofrido penalidade de cassação de CNH, não ter cometido nenhuma infração gravíssima nos últimos 60 dias e realizar curso de capacitação, de direção defensiva e primeiros socorros.</p>
<p>Em relação aos cursos de capacitação de diretor-geral, de diretor de ensino, examinador e instrutores, a Resolução 358 estabelece nova carga horária, com o objetivo de melhorar a formação desses profissionais. Segundo a Resolução, além do curso de capacitação, a cada cinco anos eles deverão realizar curso de atualização com carga horária de 20 horas aula.</p>
<p>Dentre as novidades para o credenciamento de profissionais e instituições está a exigência de nível superior para os examinadores e a apresentação de índice mínimo de 60% de aprovação dos candidatos, nos últimos doze meses, para a renovação do credenciamento do CFC.</p>
<p>Segundo a Resolução 358, o examinador de trânsito, credenciado pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran), que não possuir formação de nível superior poderá ainda exercer a atividade pelo prazo de dois anos. As instituições ou entidades já credenciadas terão um ano para se adequarem as exigências de infraestrutura.</p>
<p>Já ouvi muitos instrutores reclamando das novas exigências, porém acredito que estas regras vêm para modernizar e aperfeiçoar o processo de formação de condutores. O Contran começou mexendo na base que são as autoescolas, os instrutores e os examinadores, porém acredito que muitas mudanças devem vir por aí. Não adianta mudar a autoescola e não mudar o funcionamento dos Detrans. Não adianta exigir e não fiscalizar.</p>
<p>Não podemos generalizar, pois existem muitos instrutores sérios e autoescolas corretas por aí. Percebe-se pelos comentários neste Blog que muitos estão mesmo preocupados em ensinar. Porém o que vemos também são pessoas que querem lucrar acima de tudo e de qualquer coisa, passando por cima de obediência a legislação, de respeito aos instrutores e da proposta de ensinar. É isso que tem que acabar.</p>
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		<title>Quem fala ao celular não presta atenção ao trânsito!</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 13:42:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Êrica Nickel</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Educação de Trânsito]]></category>

		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O blog de hoje é para quem acha que dirigir e falar um pouquinho ao celular “não dá nada”. Então, quero descrever um pouco sobre o funcionamento da nossa atenção quando estamos fazendo as duas coisas ao mesmo tempo. 
É muito interessante saber que nosso cérebro é capaz de selecionar intencionalmente algo que é importante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><code>O blog de hoje é para quem acha que dirigir e falar um pouquinho ao celular “não dá nada”. Então, quero descrever um pouco sobre o funcionamento da nossa atenção quando estamos fazendo as duas coisas ao mesmo tempo. </p>
<p>É muito interessante saber que nosso cérebro é capaz de selecionar intencionalmente algo que é importante e, então, prestar atenção só a isso. </p>
<p>Quando nos concentramos numa determinada ação, o nosso cérebro trabalha para processar e aproveitar o máximo de informações e utilizá-las para a sobrevivência do corpo. Ele trabalha melhor, quando se concentra e faz uma coisa de cada vez. </p>
<p>Sabendo disso, o que acontece quando usamos o celular? Usar este aparelho requer muito de nossa energia, concentração e atenção porque, ao atendermos o celular, a atenção passa a se concentrar no processo de escutar, imaginar, buscar informações da memória e pensar no que estamos ouvindo. Além disso, enquanto ouvimos, o cérebro procura por respostas e ainda traduz o que estamos pensando através da fala. Ufa! O processo é realmente complexo. Imagine tudo isso acontecendo enquanto você dirige! </p>
<p>Agora, o que acontece com nossa atenção enquanto dirigimos? Nós conduzimos o veículo e manuseamos os equipamentos com precisão (embreagem, freio, troca de marcha, direção, etc). Também mantemos a velocidade adequada e o veículo no centro da pista, sem ficar movimentando-o em zigue-zague. Enquanto dirigimos também VEMOS tudo ao nosso redor: veículos diversos, pedestres, animais. Utilizamos também nossa inteligência para prevenir as situações de risco e buscar alternativas imediatas para qualquer imprevisto. Os nossos olhos passeiam de um lado para outro, identificando placas, sinais horizontais na via, lombadas, semáforo e outras sinalizações. </p>
<p>De repente o celular toca, você o atende e sua atenção é direcionada automaticamente para uma ação muito importante: a comunicação. O alvo da atenção concentrada passa a ser “comunicar-se ao celular” e o trânsito fica em segundo plano. Basta o carro da frente frear de repente, uma criança atravessar na frente do seu veículo em movimento, um motociclista estar no seu ponto cego de visão, ou dar uma fechada, que o acidente ocorre. Isto acontece porque reagir corretamente e com segurança exige tempo para pensar, escolher alternativas e, então, agir. É simples assim!</p>
<p>A minha contribuição hoje é para alertar os motoristas que ainda não entenderam que NÃO SE DEVE ATENDER O CELULAR ENQUANTO DIRIGE, porque é uma infração de trânsito e um atentado contra a própria vida e a dos outros.</p>
<p>Aguardo sua opinião e até o próximo blog.</p>
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		<title>A solução para um trânsito seguro é mais simples do que se imagina!</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 14:29:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Czerwonka</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias de Trânsito]]></category>

		<category><![CDATA[Curitiba]]></category>

		<category><![CDATA[Linha Verde]]></category>

		<category><![CDATA[mudanças]]></category>

		<category><![CDATA[simples]]></category>

		<category><![CDATA[trânsito seguro]]></category>

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		<description><![CDATA[Diminuir o número de incidentes, acidentes e tragédias no trânsito talvez seja mais simples do que muitos pensam. Não vou, de maneira nenhuma, passar uma fórmula mágica e nem “redescobrir a roda”, mas citar exemplos de como atitudes simples podem mudar a triste realidade de nosso trânsito atual.
Hoje li uma matéria no jornal Gazeta do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Diminuir o número de incidentes, acidentes e tragédias no trânsito talvez seja mais simples do que muitos pensam. Não vou, de maneira nenhuma, passar uma fórmula mágica e nem “redescobrir a roda”, mas citar exemplos de como atitudes simples podem mudar a triste realidade de nosso trânsito atual.</p>
<p>Hoje li uma matéria no jornal <a href="http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&amp;id=1036621&amp;tit=Mais-seguranca-com-mudancas-simples-nas-ruas" target="_blank">Gazeta do Povo </a> que me inspirou a escrever esse texto. A reportagem cita como mudanças simples no trânsito em Curitiba ajudaram a diminuir os índices de acidentes na capital paranaense. Primeiro foi designada uma Comissão com os órgãos de trânsito municipal e estadual para estudar os problemas do trânsito na cidade, depois, através de reuniões e pequenas ações, esse grupo começou a propor melhorias como proibição de conversões à esquerda em cruzamentos com altos índices de acidente.</p>
<p>Como curitibana, é claro, identifico muitos problemas ainda no trânsito da capital. Um deles – muito grave- é a falta de viadutos e passarelas na recém criada Linha Verde. Porém, isso é ainda assunto para um próximo post.</p>
<p>O que quero salientar é que a solução para um trânsito mais seguro não requer atitudes complexas e nem grandes mudanças, ações simples podem ajudar a melhorar e muito o que vemos por aí.</p>
<p>Se as pessoas mudassem seu comportamento, em pequenas doses, por exemplo: primeiro deixar de atender o celular enquanto dirige. Quando essa atitude já estivesse incorporada, a pessoa começaria a dar mais importância a manutenção do seu veículo. Depois, deixava de reagir a agressões e provocações no trânsito. E assim por diante&#8230;Dessa forma, se esse comportamento se espalhasse teríamos um trânsito mais harmonioso e muito, mas muito mais seguro!</p>
<p>Partindo para outra esfera, se as leis que estão em vigor fossem realmente colocadas em prática. Se existisse fiscalização rigorosa e eficiente. Se não existisse corrupção, propina. Se as vias e rodovias fossem construídas obedecendo todos os critérios de segurança, sem curvas mal projetadas que propiciassem acidentes.</p>
<p>Enfim, se investissem em educação de trânsito, se o processo de formação de condutores fosse levado mais a sério. Ai, são tantas coisas, mas não parece difícil, parece? Não é impossível. Se outros países já conseguiram resultados importantes, por que nós não conseguiremos?</p>
<p>Uma coisa eu garanto, no que depender de mim, essas mudanças já vão começar a acontecer. Faça você também a sua parte! Até o próximo post.</p>
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		<item>
		<title>Sexta-feira 13 no trânsito parece que é todo dia&#8230;</title>
		<link>http://www.blogdotransito.com.br/?p=717</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 14:03:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Czerwonka</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias de Trânsito]]></category>

		<category><![CDATA[sexta-feira 13]]></category>

		<category><![CDATA[trânsito]]></category>

		<category><![CDATA[violência]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje é sexta-feira 13, para muitos um dia de azar, de cuidados especiais, de superstição. Outros consideram hoje até um dia de sorte. Para mim, hoje é apenas véspera do aniversário da minha querida e especial Maria Vitória.
A crença de que o dia 13, quando cai em uma sexta-feira, é dia de azar, é a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje é sexta-feira 13, para muitos um dia de azar, de cuidados especiais, de superstição. Outros consideram hoje até um dia de sorte. Para mim, hoje é apenas véspera do aniversário da minha querida e especial Maria Vitória.</p>
<p>A crença de que o dia 13, quando cai em uma sexta-feira, é dia de azar, é a mais popular superstição entre os cristãos. Há muitas explicações para isso. A mais forte delas, segundo o Guia dos Curiosos, seria o fato de Jesus Cristo ter sido crucificado em uma sexta-feira e, na sua última ceia, haver 13 pessoas à mesa: ele e os 12 apóstolos.</p>
<p>Não sei se é isso mesmo, aproveitei o tema apenas para dar uma passada aqui no Blog do Trânsito e mostrar toda minha indignação. Fiquei sabendo hoje de mais um <a href="http://www.portaldotransito.com.br/noticias/mais-um-motorista-embriagado-e-sem-habilitacao-mata-estudante.html" target="_blank">acidente envolvendo pessoa não habilitada e ainda por cima embriagada</a>. Uma estudante de enfermagem, com toda sua vida pela frente, teve um fim trágico por ter atravessado o caminho desse condutor inconsequente.</p>
<p>O que fica comprovado que no trânsito não é preciso ter um dia específico para o “azar”, que acidentes não acontecem por acaso e que a célebre frase “Deus quis assim” não cabe nessas tragédias&#8230;Os acidentes acontecem por um motivo específico ou em muitas ocasiões uma junção de vários. Melhor, não por um motivo específico, mas por um comportamento inadequado, uma transgressão a alguma regra, um ato de imprudência, imperícia ou negligência ou ainda uma combinação de tudo isso.</p>
<p>É difícil entender? Não tem habilitação? Não sai de casa, vai de ônibus, pegue carona.<br />
Bebeu? Não dirija de maneira nenhuma. A vida das outras pessoas está em risco e a culpa é dessas pessoas que não tem noção das consequências que atos que julgam simples- como apenas tomar uma taça de vinho no jantar- podem ter.</p>
<p>Pessoal, só um desabafo de quem não consegue entender e aceitar mais essas barbaridades que estão acontecendo por aí!</p>
<p>**Maria Vitória- Não tenho como expressar aqui tudo que sinto por você. Sua inteligência, seu afeto, seu bom-senso, seu discernimento, seu caráter, tudo isso que faz de você uma pessoa tão especial, me faz pensar o que fiz de tão bom para merecer ter uma filha como você. Parabéns pelos seus nove anos de vida que serão completados amanhã. Que você seja muito feliz e que continue sendo essa pessoa tão abençoada!</p>
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		<item>
		<title>Facilidade para matar</title>
		<link>http://www.blogdotransito.com.br/?p=709</link>
		<comments>http://www.blogdotransito.com.br/?p=709#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 12:44:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Czerwonka</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias de Trânsito]]></category>

		<category><![CDATA[estresse]]></category>

		<category><![CDATA[Pateta no Trânsito]]></category>

		<category><![CDATA[violência]]></category>

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		<description><![CDATA[Os últimos casos que apareceram na mídia sobre violência no trânsito mostram que a vida das pessoas parece que perdeu o valor. Matar alguém hoje pode ser tão simples quanto trocar de roupa de manhã ou tomar um banho. Uma pessoa chega a tirar a vida de outra por motivos fúteis, como uma simples batida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-714" src="http://www.blogdotransito.com.br/wp-content/uploads/2010/08/estresse-no-tracnsito1-150x150.jpg" alt="estresse-no-transito1" width="150" height="150" />Os últimos casos que apareceram na mídia sobre <a href="http://www.portaldotransito.com.br/noticias/violencia-no-transito-por-motivos-banais-e-cada-vez-mais-comum.html" target="_blank">violência no trânsito</a> mostram que a vida das pessoas parece que perdeu o valor. Matar alguém hoje pode ser tão simples quanto trocar de roupa de manhã ou tomar um banho. Uma pessoa chega a tirar a vida de outra por motivos fúteis, como uma simples batida em um retrovisor. Em que mundo estamos vivendo?</p>
<p>Muitas brigas de trânsito só não acabam em tragédia, não se engane, não é porque as pessoas têm equilíbrio suficiente para lidar com a situação é porque a maioria delas não anda armada. Parece que no trânsito, as pessoas perdem a noção de civilidade, de solidariedade, de gentileza e de bom senso. Tudo aquilo que nossos pais nos ensinaram em casa parece que é esquecido quando estamos na rua. Esse nosso “lado” é muito bem retratado naquele famoso desenho do <a href="http://www.portaldotransito.com.br/videos/#/1/12" target="_blank">“Pateta no Trânsito”</a> em que ele é um Pateta bonzinho fora do carro e se transforma num Pateta do mal quando entra no veículo.</p>
<p>Essa é uma pergunta que deve ser feita aos psicólogos: por que alguns seres humanos reagem dessa forma? A raiva, o fato de se sentir desafiado, a competitividade, todos esses são quesitos para fomentar a discórdia no trânsito. Se todos agissem com cortesia e educação ou no mínimo tivessem mais calma, muitas tragédias poderiam ser evitadas.</p>
<p>Tirando aqueles que têm algum desvio de comportamento, que me parece ser o caso de muitos que matam por motivos banais (por causa de um tênis, de ciúme, por medo de pagar pensão, por causa de um retrovisor quebrado), nós que temos o mínimo de bom senso devemos exercitar a nossa serenidade antes de pegar o carro. Exercícios relaxantes de respiração, músicas tranquilas, pensamento positivo&#8230;essas são algumas técnicas que podemos colocar em prática, para ao menos termos uma vida mais saudável! Pense nisso&#8230;</p>
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		<title>Dirigir sem habilitação: um perigo sem tamanho!!!!</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 21:10:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Czerwonka</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias de Trânsito]]></category>

		<category><![CDATA[crime de trânsito]]></category>

		<category><![CDATA[dirigir sem habilitação]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje li uma matéria na Gazeta do Povo, jornal de Curitiba, que me deixou muito preocupada, porém não trouxe nenhuma surpresa: a quantidade de jovens que pegam o veículo sem habilitação e causam acidentes é cada vez maior no estado do Paraná.  E me arrisco a completar, em todo Brasil.
Um ato extremamente preocupante, mais que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje li uma matéria na <a href="http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&amp;id=1031962&amp;tit=Dirigir-sem-habilitacao-e-pratica-comum-e-perigosa" target="_blank">Gazeta do Povo</a>, jornal de Curitiba, que me deixou muito preocupada, porém não trouxe nenhuma surpresa: a quantidade de jovens que pegam o veículo sem habilitação e causam acidentes é cada vez maior no estado do Paraná.  E me arrisco a completar, em todo Brasil.</p>
<p>Um ato extremamente preocupante, mais que isso, um crime de trânsito que muitas vezes é cometido com a anuência dos pais. E isto não quer dizer apenas “liberar” o carro para o filho, mas o simples fato de ensinar um filho menor a dirigir, antes da autoescola, pode dar essa “permissão” mesmo que velada, segundo psicólogos.</p>
<p>Acredito que todos conhecemos casos como esse de filhos que aprendem a dirigir com os pais, e muitos até se orgulham disso, desconhecendo que essa prática criminosa pode causar tragédias como a que aconteceu na região metropolitana de Curitiba no fim de semana passado, matando mãe e filha de apenas 11 meses.</p>
<p>Por mais que nosso processo de formação de condutores tenha muito que melhorar, não passar por ele e sair dirigindo por aí é uma temeridade. É lá na autoescola- até mesmo no curso teórico e não só no prático- que muitos conceitos são ensinados e que são muito importantes para a segurança no trânsito. Desconhecimento da legislação pode causar acidentes. Desconhecimento de preceitos da Direção Defensiva também. E outras coisas que são ensinadas só lá. Não é apenas a prática que faz um bom motorista, ou que o prepara. Todo o processo é importante e deve ser respeitado.</p>
<p>Dirigir sem ser habilitado, segundo o Art.309 do CTB é crime de trânsito e a pena prevista é detenção de seis meses a um ano, ou multa. Além de Art. 162. Dirigir veículo: I - sem possuir Carteira Nacional de Habilitação ou Permissão para Dirigir: Infração – gravíssima e - multa (três vezes) e apreensão do veículo.  E ainda segundo o Art. 293 a penalidade de suspensão ou de proibição de se obter a permissão ou a habilitação, para dirigir veículo automotor, tem a duração de dois meses a cinco anos.  Além de tudo isso, segundo o Art. 163 do CTB, se você entregar o veículo a pessoa sem habilitação, as punições são as seguintes: multa, apreensão do veículo (ele será levado para o pátio do Detran) e recolhimento da CNH do proprietário do veículo.</p>
<p>Pais, por mais que os filhos peçam, e quando chega nessa idade eles pedem mesmo- principalmente os meninos- não deem o braço a torcer. “Meu amigo pega o carro, por que eu não posso?” “Fulano já sabe dirigir e eu não&#8230;” Essas frases vão aparecer, mas devemos nos conscientizar de que estamos em primeiro lugar zelando pelos nossos filhos e depois também pelos filhos de outras pessoas que estão nas ruas. Vamos respeitar as leis, elas não estão aí por acaso&#8230;</p>
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		<title>Punição para quem mata no trânsito</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 18:36:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Czerwonka</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias de Trânsito]]></category>

		<category><![CDATA[impunidade]]></category>

		<category><![CDATA[morte]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje li essa pergunta em algum jornal e comecei a refletir. Há punição no Brasil para quem mata no trânsito? Não vou responder prontamente. Vou levantar alguns pontos para podermos discutir mais sobre o assunto:
- Na grande maioria dos casos, os homicídios no trânsito são considerados culposos (sem intenção de matar) e as pessoas no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje li essa pergunta em algum jornal e comecei a refletir. <strong>Há punição no Brasil para quem mata no trânsito?</strong> Não vou responder prontamente. Vou levantar alguns pontos para podermos discutir mais sobre o assunto:</p>
<p>- Na grande maioria dos casos, os homicídios no trânsito são considerados culposos (sem intenção de matar) e as pessoas no máximo recebem como pena doação de cestas básicas, etc.<br />
- Motoristas que bebem antes de dirigir, ou que praticam os famosos “rachas”, ou ainda que ultrapassam em locais não permitidos, e mais, aqueles que não realizam a manutenção do veículo e numa hora crucial, o freio falha&#8230;podemos dizer que eles não tem intenção de matar, mas não estariam assumindo o risco?</p>
<p>Fica muito difícil misturar conceitos e definições do Direito, mas falemos na prática: para as pessoas que ficam, aqueles que perdem familiares vítimas de acidentes, não parece muita injustiça ver os “mentores” destas tragédias ficarem impunes?</p>
<p>Hoje em dia não tem mais nenhuma desculpa. Os condutores que pegam um carro, conhecem os riscos, as regras do jogo, as responsabilidades que assumem. Querendo ou não, a partir do momento que temos a CNH a vida de outras pessoas pode estar em nossas mãos. Cada um é responsável por si mesmo e pelos outros ao mesmo tempo. O condutor do veículo é quem, muitas vezes, está no comando.</p>
<p>Claro que isso não isenta o condutor defensivo de sofrer um acidente, mas o coloca numa posição privilegiada, pois ele enxerga mais os perigos e tem um tempo maior para conseguir evitá-los.</p>
<p>Faço então, a mesma pergunta que a Êrica fez no <a href="http://www.blogdotransito.com.br/?p=701" target="_blank">post anterior</a>&#8230;até quando vamos ver tragédias como a que aconteceu com o filho da atriz Cissa Guimarães acontecerem no Brasil? Ou mesmo como a que tirou a vida de <a href="http://www.institutodiasmelhores.com.br/quemsomos.php" target="_blank">Bruna Gaeski</a> em janeiro de 2004?  Ou aquela que levou <a href="http://www.vidaurgente.org.br/default.php" target="_blank">Thiago Gonzaga</a> em 1995? Ou ainda <a href="http://www.190kmhecrime.com/" target="_blank">Gilmar Rafael Yared e Carlos Murilo de Almeida</a> no ano passado?</p>
<p>Se eu for citar cada nome, não caberia aqui&#8230;e muitos ainda nem temos conhecimento, pois aparecem nas estatísticas apenas como números. Temos que dar um basta na impunidade. E mais importante, levar a sério a educação no trânsito. Se todos tiverem consciência de seus atos, muitas histórias tristes poderão não ser contadas e muitas vidas poderão ser poupadas. Parece uma reflexão superficial e genérica. Mas não é. Ela é apenas simples. Porém, está provado que é muito mais difícil colocá-la em prática do que parece.</p>
<p>É o que dizem por aí, a vida é fácil, o ser humano é que complica.</p>
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